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Ludmilla rebate nota do SBT e critica postura da emissora em disputa com Marcão do Povo

Foto: Reprodução/Instagram-Metrópoles

A cantora Ludmilla voltou a se pronunciar nesta terça-feira (23) sobre a disputa judicial e pública com o apresentador Marcão do Povo. Em suas redes sociais, ela rebateu a nota enviada pelo SBT ao portal Metrópoles, na qual a emissora afirma que “não compactua com atos, insinuações, discursos ou quaisquer manifestações de cunho racista, e repudia todas as formas de discriminação”.

Ludmilla, no entanto, contestou o posicionamento. “E agora, na opinião de vocês, uma nota dizendo que não compactua é o suficiente, gente? Ainda mais quando não existe consequência nenhuma. Ainda mais quando a própria emissora é usada como um espaço para alguém se vangloriar de uma atitude racista e ainda agradece o apoio a toda a família Abravanel”, declarou a artista.

A cantora também criticou a ausência de medidas concretas por parte da emissora em relação ao episódio envolvendo Marcão do Povo, que em 2017, quando trabalhava na Record, chamou Ludmilla de “pobre macaca”. “Gente, pelo amor de Deus, eu acredito que posicionamento de verdade precisa vir acompanhado de alguma atitude. Alguma atitude tem que ser tomada. Por isso que eu trouxe esse assunto para cá, pra gente refletir mais uma vez. Porque esse assunto, caraca, ele é muito forte. Tem que ter cuidado, tem que ter responsabilidade”, completou.

No âmbito criminal, Marcão do Povo foi absolvido da acusação de injúria racial em dezembro de 2024 pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Contudo, após recurso do Ministério Público e da defesa da cantora, o processo retornou em maio deste ano para a esfera cível. Ludmilla pede indenização por danos morais no valor de R$ 883.332,50.

Na última semana, o apresentador utilizou o espaço do programa Primeiro Impacto, do SBT, para comemorar a suposta inocência em todas as acusações na Justiça. Durante a fala, agradeceu ao público e à família Abravanel pelo apoio durante o período em que, segundo ele, foi “humilhado publicamente”.

Com informações do Metrópoles