Formiga

Imagens de câmeras de segurança mostram a ação de criminosos em Formiga

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Em coletiva de imprensa, realizada nesta quinta-feira (30), a Polícia Civil apresentou os responsáveis por assaltos registrados neste mês em Formiga.

Os suspeitos, F.R. de 22 anos e E.P.A. de 25 anos, são primos e naturais de Divinópolis e foram presos em suas respectivas residências.

De acordo com o delegado Danilo César Basílio, os jovens são responsáveis por três assaltos: o primeiro ocorreu no dia 2 deste mês, em um posto de combustíveis, localizado na avenida Brasil; no dia 13, os criminosos voltaram a agir, dessa vez em outro posto localizado na avenida Abílio Machado e no dia 16, o roubo ocorreu em restaurante localizado na MG-050.

Com os suspeitos foram apreendidos cerca de R$1300 em dinheiro,  4 celulares e uma câmara filmadora. Foram apreendidos ainda, uma camisa e um moleton que teriam sido usados pelos criminosos durante o assalto na lanchonete e em um dos postos de combustíveis. Um Gol vermelho usado nos crimes também foi apreendido. Já as armas utilizadas, um revólver e uma garrucha cromada, não foram localizadas.

Os suspeitos foram identificados por meio de imagens dos circuitos de segurança dos locais assaltados, de um posto de pedágio na MG-050 e posteriormente, foram reconhecidos pelas vítimas. “Um dos suspeitos lanchou no estabelecimento localizado na rodovia, pagou a conta com o próprio cartão de crédito, enquanto o outro esperava no carro. Passado um tempo, o jovem voltou na lanchonete e anunciou o assalto. As vítimas reconheceram o assaltante e o veículo”, explicou o delegado Danilo.

A Polícia chegou ao jovem pelo cartão de crédito dele e constatou ainda que o carro também estava no nome dele. Ainda de acordo com o delegado, eles sempre saíam e voltavam para Divinópolis após cometerem os crimes em Formiga.

Segundo informou o delegado Irineu Coelho, se condenados, eles podem pegar de 4 a 10 anos de detenção.

Um dos suspeitos confessou o crime, na presença da advogada dele e apontou o primo como co-autor.

As investigações duraram menos de um mês. Os jovens não tinham antecedentes criminais e o inquérito deverá ser concluído até a semana que vem.

Participaram da coletiva: o delegado regional, Irineu Coelho Filho, o delegado de Crimes Contra o Patrimônio, Danilo César Basílio e o investigador, Roni Adriano.

 

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