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O secretario de Saúde, José Geraldo Pereira, esteve presente no início da reunião da Câmara Municipal, nessa segunda-feira (6), juntamente com os demais secretários que acompanharam a visita do prefeito Eugênio Vilela na primeira sessão ordinária da atual legislatura.
Aproveitando a ocasião, a reportagem do Últimas Notícias questionou o secretário sobre alguns problemas que a pasta vem enfrentando atualmente, em especial as relacionadas com o Pronto Atendimento Municipal (PAM) como: falta de medicamentos, de lençóis, de produtos de limpeza e até de papel higiênico. Também as questões relativas ao horário de atendimento dos médicos nos PSFs foram abordadas pelo secretário.
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(Foto: Gleiton Arantes)
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Respondendo questionamentos do portal, José Geraldo disse que a secretaria está sensível a toda a situação encontrada e ainda hoje, vigente.“Fizemos uma reorganização dos serviços para manter a ‘casa’ limpa, principalmente os banheiros do Pronto Atendimento”, disse.
Sobre a falta de lençóis no local, o que segundo o repórter colocaria em rico a saúde dos usuários, por razões óbvias, o secretário explicou que ali tem um prestador de serviço contratado e que não pode haver falta do básico para os pacientes, referindo-se aos cuidados com a higiene, inclusive oferta da rouparia.
Em relação ao horário de atendimento dos médicos no PAM e nos PSFs, José Geraldo disse que em reunião com representantes da classe médica e sindicato, solicitou que lhe fosse apresentado um plano de trabalho de todas as categorias, contendo o número de horas de serviço a serem prestadas, discriminando atendimentos, horas de estudo, etc. Ele lembrou que no ano passado, o município de Formiga foi notificado pela Secretaria de Saúde do Estado (SES) por não estar cumprindo com a Portaria 2.488 do Ministério da Saúde, que estabelece as diretrizes e normas para a organização relativa ao atendimento na atenção básica. A principal cobrança do Estado foi em relação ao descumprimento da carga horária mínima prevista para os profissionais das equipes de saúde.
Segundo a portaria, a jornada de trabalho é de 40 horas semanais com necessidade de dedicação mínima de 32 horas da carga horária para atividades na equipe da saúde da família, ou seja, 6 horas e 40 minutos/dia.
O descumprimento da carga horária pode acarretar na suspensão do recurso financeiro repassado pelo Ministério da Saúde ao município e isto, por si só exige maior celeridade na busca de uma solução definitiva que ponha fim a prática condenada.
Na íntegra, o vídeo da fala do secretário
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