Com a chegada do outono, chega também a época de vacinação contra a gripe. A vacina é fundamental não só para proteger as pessoas mais propensas a pegarem a doença como também para evitar uma epidemia de gripe nos meses mais frios.
Apesar de a maioria das vítimas da gripe se recuperar em alguns dias, alguns acabam desenvolvendo complicações sérias: pneumonia, bronquite, sinusite ou infecções de ouvido. Mesmo depois da recuperação, a gripe pode causar uma fadiga pós-viral duradoura e fraqueza.
Leva cerca de duas semanas para a vacina ser totalmente protetora, e a melhor época para tomá-la é no mês de abril e no início de maio, antes de a temporada de gripe começar no Brasil. Mas, mesmo depois de a gripe já estar espalhada, a vacina ainda pode proteger quem a toma.
A vacina tradicional contra a gripe é uma injeção dada no músculo, normalmente no braço. Ela é composta de partes mortas de vírus que estimulam uma resposta imunológica no corpo. Os efeitos colaterais típicos são um leve inchaço no braço injetado e, em algumas pessoas, sintomas que lembram o de um resfriado simples: nariz escorrendo, dor de cabeça, garganta inflamada, tosse ou coceira na garganta.
O valor potencial da vacina contra a gripe para mulheres grávidas ou que estão planejando ter um filho foi enfatizado em um relatório recente da Noruega, onde os pesquisadores descobriram um risco quase dobrado de morte fetal entre as mulheres que pegaram gripe durante a gravidez.
Restrições
No entanto, algumas pessoas não devem receber a vacina: quem tem alergia severa a ovo ou quem já demonstrou uma reação à vacina, pessoas com histórico de síndrome de Guillain-Barre ocorrida após a inoculação da vacina, e bebês com menos de seis meses de idade. Além disso, se a pessoa está doente e com febre, ela deverá aguardar até sua total recuperação antes de se vacinar.
Formiga
Outono inaugura temporada de vacina contra o vírus da gripe
- por Últimas Notícias
- 25/03/2013 - 12:50








