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Mais três cidades do Centro-Oeste de Minas aparecem na lista de municípios com casos suspeitos de epizootia, que é a morte de macacos pelo vírus da febre amarela. A Secretaria de Estado de Saúde (SES) atualizou os dados na tarde desta quarta-feira (29) e, de acordo com o levantamento, Arcos, Itapecerica e Abaeté passaram a ter um caso classificado como “em investigação”, quando ocorre o envio de amostra sanguínea do animal para análise em laboratório.
O relatório mostrou também a lista de cidades com “rumores” de epizootias, que ocorrem quando um macaco é achado morto, mas não é possível coletar amostra de sangue para análise. Um caso de rumor em Arcos, que constou em um boletim recente, desapareceu da lista nesta quarta-feira.
A Secretaria Estadual explicou que, quando uma cidade que já havia registrado um rumor passa a registrar um caso “em investigação”, o rumor é automaticamente retirado da lista.
“Isso ocorre porque ter um caso em investigação é um critério bem mais forte do que ter tido um rumor. Não faz sentido manter a tabela atualizada com rumores, porque nestes casos não houve coleta de macaco e nem haverá. Da mesma forma, se um caso tido como ‘em investigação’ é confirmado, ele entra para a lista de casos ‘confirmados’ e automaticamente sai da lista de casos sob investigação”, explicou, por telefone, a assessoria de imprensa da SES-MG.
Até o momento, já foram registrados casos suspeitos da doença em macacos em 149 municípios mineiros. Desse total, 141 casos estão “em investigação” e outros 104 foram confirmados por critério laboratorial.
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