Estudo inédito realizado pelo Fundo Global TB, em parceria com o Núcleo de Pesquisa da Universidade Federal Fluminense (DataUFF), avaliou que o preconceito ainda atinge boa parcela da população brasileira quando o assunto é tuberculose. Segundo os dados, 34% dos entrevistados conhecem pessoas que já sofreram com a doença e, desses, apenas 27,2% não mudaram seus hábitos.
A maioria (53%) acredita que é necessário internar o enfermo. Ainda assim, avaliam que é necessário separar talheres (34% dos entrevistados) ou evitar contato próximo (30%). O que poucos sabem é que a doença não é transmitida pelo uso dos mesmos talheres ou roupas e, quando diagnosticada, desde que precocemente, não há necessidade de internação. O período de repouso e tratamento é de 15 a 30 dias e, logo após, não há risco de contágio. O tratamento é feito através do uso de medicamentos.
Tal levantamento apontou que o desconhecimento sobre a doença propicia atitudes preconceituosas que terminam por discriminar e isolar as pessoas que sofrem com o mal. A tuberculose é disseminada pelo do ar quando são expelidas por portadores da doença.
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