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A Secretaria Municipal de Saúde já traçou nesta semana seu plano para reduzir o índice de infestação do mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika em Formiga.
A ação será feita por meio de uma integração entre agentes comunitários de saúde com os agentes de controle de endemias. Serão feitas visitas em todos os imóveis possíveis da cidade e serão tomadas as medidas cabíveis para aqueles imóveis em que não foi possível realizar a visita ou que tenha havido recusa por parte do morador.
A obrigação de eliminação de possíveis focos da dengue é uma ação que deve ter partida do próprio morador, o que não tem sido feito pela maior parte da população. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, este quadro deverá mudar a partir deste ano, uma vez que começará a ser aplicada na cidade, uma lei que prevê notificação, determina um prazo para adoção de providências e, caso nada seja feito, o morador ou proprietário do imóvel será multado devido à infração cometida por ele, que é proporcionar a proliferação de vetores.
O Plano de Ação para Intensificação das Ações de Combate ao Aedes aegypti foi elaborado pela Equipe de Atenção Básica, por meio da diretora Berenice Penha Faria de Almeida, e do Setor de Controle de Endemias, por meio do coordenador Ismael Geraldo da Silva; o educador em saúde André Paixão; e os supervisores de área Alex Sandro Angélica da Silva, Carlos Antônio de Castro e Valdenir Nunes da Mata. O planejamento das ações foi feito entre os supervisores de área, juntamente com os agentes comunitários de saúde e os agentes de controle de endemias. Foram três dias de trabalho para chegar à definição da metodologia a ser usada neste período.
A Secretaria de Saúde ainda alerta a população que o combate a essas doenças é um dever de todos e que todos devem colaborar. A secretaria solicita que a população receba bem os agentes durantes suas visitas para que facilite o trabalho que é de suma importância para a saúde do município.
No ano de 2015, houve um número elevado de casos registrados das doenças dengue, chikungunya e zika no Brasil. Esta última é mais preocupante, uma vez que, em novembro de 2015, o Ministério da Saúde confirmou a relação entre zika vírus e o surto de microcefalia na região Nordeste.
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Fonte: Prefeitura de Formiga||








