Formiga

Médicos do PAM registram BO por falta de condições de trabalho

[et_pb_section admin_label=”section”][et_pb_row admin_label=”row”][et_pb_column type=”4_4″][et_pb_text admin_label=”Texto” background_layout=”light” text_orientation=”left” use_border_color=”off” border_color=”#ffffff” border_style=”solid”]

A melhora na estrutura física ocasionada pela transferência das instalações do Pronto Atendimento Municipal (PAM), para o prédio construído para abrigar uma Unidade de  Pronto Atendimento (UPA) pelo que parece, não foi acompanhada pela qualidade no atendimento.

No domingo (31), os médicos Klaus e Henrique acionaram a Polícia Militar e registraram um Boletim de Ocorrências (REDS:2016-002273774-001) por falta de condições mínimas de trabalho.

De acordo com o relato dos profissionais,  às 7h,  ao darem entrada no plantão, fizeram a verificação do material logístico disponível e constataram a carência de diversos materiais básicos e essenciais ao bom atendimento dos pacientes, como: equipo de soro; ausência de exames laboratoriais e de imagem, mesmo em casos de urgência/emergência; ausência de medicações essenciais. Segundo os médicos plantonistas, a ausência de tais materiais/recursos poderia trazer grave prejuízo ao atendimento de pacientes, impossibilitando a realização de procedimentos para um adequado atendimento da população.

[/et_pb_text][/et_pb_column][/et_pb_row][et_pb_row admin_label=”Linha”][et_pb_column type=”1_2″][et_pb_image admin_label=”Imagem” src=”https://www.ultimasnoticias.inf.br/wp-content/uploads/2016/02/medicos-pam-cartaz-falta-condicoes-trabalho-1.jpg” show_in_lightbox=”off” url_new_window=”off” use_overlay=”off” animation=”left” sticky=”on” align=”center” force_fullwidth=”off” always_center_on_mobile=”on” use_border_color=”off” border_color=”#ffffff” border_style=”solid” /][/et_pb_column][et_pb_column type=”1_2″][et_pb_text admin_label=”Texto” background_layout=”light” text_orientation=”left” use_border_color=”off” border_color=”#ffffff” border_style=”solid”]

Nesta segunda-feira (1º), um cartaz foi fixado na unidade de saúde, cientificando a população sobre o problema. Além da falta de condições para desempenharem suas funções,  é apresentado outro problema: a falta de pagamento dos profissionais médicos desde o mês de dezembro.

[/et_pb_text][/et_pb_column][/et_pb_row][et_pb_row admin_label=”Linha”][et_pb_column type=”4_4″][et_pb_text admin_label=”Texto” background_layout=”light” text_orientation=”left” use_border_color=”off” border_color=”#ffffff” border_style=”solid”]

O jornal entrou em contato com o secretário de Saúde, Gonçalo Faria, no fim da manhã desta segunda-feira para saber quando o PAM voltaria a ter condições de atender dignamente a população. Por volta das 16h30, o setor de comunicação enviou resposta confirmando ambos os problemas: falta de materiais e atraso no pagamento dos médicos.

Diz a nota: “A situação da saúde pública está problemática não apenas em Formiga, mas em todo o país. Devido à queda ou até mesmo ausência de repasses estaduais e federais, diversas cidades no país estão passando por sérios problemas. Em Formiga, por exemplo, para quitar a folha de pagamento de dezembro da Saúde, o Município gastou cerca de R$ 400 mil de recursos próprios para cobrir verbas vinculadas estaduais e federais que não chegaram. O prefeito Moacir Ribeiro viaja nesta terça-feira, dia 2, para Belo Horizonte e vai cobrar pessoalmente, na Secretaria de Estado da Saúde, os repasses estaduais pendentes. Em relação ao atendimento de urgência e emergência, reuniões serão feitas nos próximos dias para negociar com fornecedores o pagamento de débitos pendentes e a retomada da entrega de material e da realização de serviços. Nesta segunda-feira, dia 1º, representantes da Prefeitura entraram em contato com o médico Pedro Paulo Ribeiro de Faria, responsável pela empresa que disponibiliza os plantonistas na UPA, e informaram a data de pagamento de parte do débito. O profissional se comprometeu a conversar com cada um dos médicos para buscar normalizar o mais rápido possível o atendimento. Mesmo diante de todas as dificuldades, a Prefeitura não tem medido esforços para buscar garantir a assistência em saúde. Enquanto a Constituição Federal obriga os municípios a aplicarem 15% do orçamento em saúde, o Município de Formiga chega a investir o dobro, cerca de 30%, nessa área em boa parte dos meses.”.

[/et_pb_text][/et_pb_column][/et_pb_row][/et_pb_section]