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O Brasil é um dos países com o maior índice de traição, as informações são do site Ashley Madison, site para encontros extraconjugais. O site tem mais de 54 milhões de membros em todo o mundo, em 2017, o país teve uma média de 138 inscrições mensais no portal eletrônico.
De acordo com um relatório divulgado pela rede social, o Brasil foi o segundo país com mais usuários inscritos na plataforma em 2017, perdendo apenas para os Estados Unidos. O dia de mais acesso foi a segunda-feira, quando os brasileiros buscaram uma aventura com outro parceiro sexual.
No Brasil, segundo a rede de relacionamentos, cerca de 139 mil novos membros foram cadastrados por mês no ano passado, totalizando mais de 1,5 milhão de pessoas. No cenário geral, a plataforma passou a alcançar 191 mil usuários diários trocando mensagens e 1,4 milhão de novas conexões feitas mensalmente.
Confira as 15 cidades onde os casos de infidelidade são maiores. Quem será que trai mais, o homem ou a mulher? Para chegar a essa conclusão, houve um mapeamento apenas das pessoas que acessam ativamente a conta online, ou seja, que usam o aplicativo com frequência.
1º – Blumenau (Santa Catarina)
Homens infiéis: 56,3%
Mulheres infiéis: 20,9%
2º – Florianópolis (Santa Catarina)
Homens infiéis: 56,3%
Mulheres infiéis: 20,9%
3º Gramado (Rio Grande do Sul)
Homens infiéis: 59,9%
Mulheres infiéis:31,7%
4º – Curitiba (Paraná)
Homens infiéis: 42,8%
Mulheres infiéis: 19,3%
5º – São Paulo (São Paulo)
Homens infiéis: 44,2%
Mulheres infiéis: 24,1%
6º – Recife (Pernambuco)
Homens infiéis: 49,2%
Mulheres infiéis: 26,5%
7º – Natal (Rio Grande do Norte)
Homens infiéis: 51,8%
Mulheres infiéis: 30,2%
8º – Belo Horizonte (Minas Gerais)
Homens infiéis: 52,2%
Mulheres infiéis: 28,8%
9º – Balneário Camboriú (Santa Catarina)
Homens infiéis: 56,3%
Mulheres infiéis: 20,9%
10º – Brasília (Distrito Federal)
Homens infiéis: 59,8%
Mulheres infiéis: 27,7%
11º – Porto Alegre (Rio Grande do Sul)
Homens infiéis: 59,9%
Mulheres infiéis: 31,7%
12º- Fortaleza (Ceará)
Homens infiéis: 61,1%
Mulheres infiéis: 26,7%
13º – Belém (Pará)
Homens infiéis: 62,1%
Mulheres infiéis: 20,3%
14º – Salvador (Bahia)
Homens infiéis: 64%
Mulheres infiéis: 25,2%
15º – Rio de Janeiro (Rio de janeiro)
Homens infiéis: 56,7%
Mulheres infiéis: 64%
Minas Gerais
Minas Gerais é um dos estados líderes em infidelidade, e a cidade de Ibirité – na região metropolitana de Belo Horizonte – aparece em primeiro lugar, como o município mineiro onde as pessoas mais traem.
Curiosamente, as mulheres, consideradas como o “sexo frágil”, aparecem à frente dos homens: elas seriam duas vezes mais ativas quando o assunto é infidelidade online.
De acordo com a pesquisa do Ashley Madison, em Minas, os números chegaram a 177 inscrições no ano.
A explicação para o sucesso da infidelidade no estado mineiro, segundo nota divulgada pela empresa, deve-se à fama de “come-quieto” dos mineiros. Quanto à Ibirité, a infidelidade seria porque a maioria dos cidadãos trabalha em outras cidades. “Isso significa que eles só usam a cidade para dormir, e algumas pessoas nem dormem todos os dias, o que faz com que seu cônjuge procure alguém para passar a noite”, diz a nota.
Sexo ou sentimento: entenda os aspectos da infidelidade
De modo geral, a traição conjugal pode ser considerada como a perda de exclusividade de um dos parceiros na sua relação a dois, afirma a psicóloga Marisa Ribeiro, especialista em terapia de casais. Mas é importante diferenciar o tipo de infidelidade que está em jogo.
“Se a traição tem predominância de comportamentos sexuais com outro parceiro, consideramos uma infidelidade sexual. Já se for no nível de paixão e desenvolvimento de sentimentos românticos por outra pessoa, é uma infidelidade emocional”, diz.
A psicóloga explica que o conceito pode ir além da relação sexual ou dos sentimentos. “Atualmente, o que se exige da pessoa que partilha a vida conosco é um conjunto de papéis que envolve ser melhor amigo(a), melhor marido (esposa), melhor pai (mãe) ou até melhor amante. Qualquer ação que não vá ao encontro das expectativas do outro pode ser considerado uma traição conjugal”, afirma a especialista.
Sobre os motivos que levam homens e mulheres a pularem a cerca, Marisa é enfática. “Os homens têm mais receio e são mais afetados pela infidelidade sexual da sua parceira. Já as mulheres são mais afetadas pela infidelidade emocional”, pontua.
Ainda segundo Marisa, é possível atribuir uma ótica evolucionária, mas que já está defasada. “Na história da humanidade, durante a perda sexualmente exclusiva, o homem pode se sentir ameaçado. A mulher pode sofrer abandono e perda de recursos do seu parceiro. Mas os valores têm mudado muito para se comparar”, diz.
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Fonte: Brasil Financeiro/O Tempo||








