Além de melhorar a qualidade de vida, abrir portas e integrar o ser humano à sociedade, aprender a ler e a escrever também altera a atividade cerebral do homem. Isto foi o que revelou um estudo feito com 63 pessoas pelo Centro Internacional de Neurociências da Rede Sarah.
Os resultados indicam que, na pessoa alfabetizada, o cérebro faz um rearranjo de suas funções nas redes neuronais da visão e da linguagem. Assim, uma área inicialmente dedicada ao reconhecimento facial se torna especialista no reconhecimento de palavras.
Na pesquisa, os 63 voluntários, sendo 10 analfabetos, 22 alfabetizados na fase adulta e 31 na infância, tiveram a atividade cerebral mapeada enquanto eram submetidos a estímulos, como ouvir frases, ver palavras, rostos e outras imagens.

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