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Brasil fica em 16º lugar na Olimpíada Internacional de Matemática

A equipe brasileira ficou na 16ª posição na 49ª Olimpíada Internacional de Matemática, realizada em Madri, na Espanha, e que contava com a participação de mais de 550 jovens de 103 países, informaram nesta segunda-feira (21) os organizadores do evento. A China, com cinco medalhas de ouro e uma de prata, foi a vencedora desta edição da olimpíada.
O time do Brasil, formado por Renan Henrique Finder, Henrique Pondé de Oliveira Pinto, Rafael Tupynambá Dutra, Davi Lopes Alves de Medeiros, Régis Prado Barbosa e Marcelo Matheus Gauy, terminou a competição com 152 pontos e com cinco medalhas de prata e uma de bronze.
Segundo a assessoria de imprensa da Olimpíada Brasileira de Matemática, o resultado é muito bom porque no ano passado o Brasil ficou em 24º lugar na competição. A lista com a ordem de classificação dos primeiros colocados ainda não está disponível.
Melhor pontuação
A melhor pontuação coletiva, 217 pontos, foi alcançada pelos seis membros do time chinês, que conseguiu seu oitavo triunfo das últimas dez edições da competição.
A China ficou na frente da Rússia – com 199 pontos e seis medalhas de ouro – e dos Estados Unidos – com 190 pontos, quatro medalhas de ouro e duas de prata.
O participante latino-americano melhor classificado foi o peruano Fernando Manrique Montañez, que somou 35 pontos e ganhou uma medalha de ouro.
Mais de 500 estudantes
A Olimpíada Internacional de Matemática começou no dia 16 na Universidade Politécnica de Madri, e 535 estudantes chegaram à fase final, que aconteceu neste final de semana.
Dos estudantes que chegaram à etapa final, apenas três, um americano e dois chineses, obtiveram resultados perfeitos (42 pontos), ou seja, resolveram os seis problemas propostos (sete pontos cada um).
No total, foram distribuídas 47 medalhas de ouro, 100 de prata e 120 de bronze, além de 103 menções honrosas entre os 535 participantes.
Para se prepararem para a Olimpíada Internacional de Matemática alguns estudantes chegaram a estudar por até três anos, como no caso dos chineses.