Nos dias 26 e 27 de outubro, o Unifor recebeu uma comissão de avaliadores do Ministério da Educação (MEC) encarregada de fazer o reconhecimento do curso de engenharia ambiental e sanitária. O grupo foi composto pela professora Márcia de Fátima Inácio (coordenadora) e pelo professor Umberto Klock (assistente).
O processo iniciou-se com uma reunião, presidida pelo reitor do Unifor, Marco Antonio de Souza Leão; pela diretora geral de ensino, Inêidina Sobreira; pela diretora de planejamento e finanças, Adriana Alves; pela coordenadora geral de graduação, Rachel de Castro Eduardo Matias; pela assessora educacional, Marilene Nepomuceno; e pelo coordenador do curso, Leyser Rodrigues Oliveira.
Em seguida, os avaliadores conheceram a infraestrutura institucional e laboratorial voltada para a graduação e realizaram reuniões também com funcionários, professores e alunos. Após a análise dos dados, no dia 1o de novembro, o relatório final feito pela equipe do MEC foi divulgado. Esse instrumento de avaliação, que objetiva, dentre outros itens, o estabelecimento de padrões de qualidade para comparação entre os diversos cursos superiores no Brasil, indicou que o curso de engenharia ambiental e sanitária do Unifor possui conceito 4, numa escala de 1 a 5.
Com a nota dada pelo MEC, o curso coloca-se entre os melhores do país, já que a instituição ficou posicionada muito à frente de graduações tradicionais e reconhecidamente importantes, oferecidas por diversas instituições do Brasil, as quais possuem, atualmente, conceito 3 ou 2.
Para o coordenador do curso, Leyser Rodrigues, a avaliação final foi o resultado da postura profissional adotada pelo Unifor em relação a todos os cursos de graduação que oferece. ?A coordenação, junto aos dirigentes do Unifor, trabalha pelo estabelecimento de um padrão de ensino que permita, a qualquer aluno, desenvolver suas habilidades e adquirir conhecimentos que estão na vanguarda da Engenharia do Brasil. Muito antes da migração do Centro Universitário para o MEC, a instituição já inaugurava e modernizava laboratórios, adquiria as últimas edições dos livros, contratava doutores e estimulava a pesquisa e o desenvolvimento, sempre se lembrando do papel importante que exerce perante a sociedade?, afirmou.
O curso de engenharia ambiental e sanitária tem, à sua disposição, treze laboratórios, além de contar com estruturas auxiliares, tais como Núcleo Docente Estruturante (NDE) e colegiado, composto por professores e com representante estudantil, e de ser totalmente regulamentado quanto às diretrizes do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), estágios e atividades complementares.
O corpo docente é composto por 73% de doutores e mestres, sendo que a maioria possui regime de dedicação parcial ou integral. O curso possui, ainda, oito bolsistas e quatro voluntários, orientados por sete professores, os quais estão envolvidos em projetos de pesquisa e extensão universitária, cujos trabalhos têm sido, frequentemente, apresentados em congressos nacionais e internacionais.
O Unifor também abriga a sede regional do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia Júnior (CREA/JR) e estimula o intercâmbio, a exemplo do aluno do 6o período do curso, Alexandre Andrade, e do egresso do curso, José Adão Silva Neto, atualmente, residente em Dublin, na Irlanda. Além disso, os acadêmicos do curso, assim como outros estudantes, podem desfrutar de diversas outras estruturas que a instituição oferece, tais como Clube Unifor, biblioteca ampla e com mais de 70 mil volumes catalogados, acesso à Internet gratuita, etc.
Ainda segundo Leyser Rodrigues, as preocupações com a qualidade do ensino são práticas correntes do Unifor, em relação a todos seus cursos. ?Estamos certos de que a Instituição continuará investindo no que existe de melhor para todos os alunos, formando-os tanto como técnicos de nível superior quanto como cidadãos, capazes de entender e exercer seu papel enquanto agentes de mudança?, finalizou.

Comentários