Mesmo sendo uma das doenças mais antigas que acometem os humanos, a hanseníase, antes chamada de lepra, ainda é problema de saúde pública, já que atinge 47 mil pessoas por ano no Brasil.
Ontem, domingo 27/01, foi celebrado o Dia Mundial de Luta Contra a Hanseníase ? todo último domingo de janeiro, como determinado pela OMS (Organização Mundial da Saúde).
A meta da OMS é de que os países tenham menos de uma notificação a cada 10 mil habitantes. Um diagnóstico precoce evita seqüelas que levam, muitas vezes, à incapacidade física. Enfermidade que remonta à Antigüidade e inscrita nos livros bíblicos, a hanseníase se inicia com o aparecimento de manchas descoradas, brancas ou avermelhadas pelo corpo. Não coçam, não doem e não possuem sensibilidade térmica e tátil. A doença é crônica e proveniente de infecção causada pela bactéria Mycobacterium leprae ? parasita intracelular que ataca células da pele e dos nervos periféricos.
Para quem apresenta tais manchas recomenda-se: Pegue um cubo de gelo e passe na região normal da pele, depois faça a mesma coisa na região da mancha. Se houver diferença de sensibilidade, o diagnóstico pode vir a ser hanseníase.
Quem apresentar os sintomas supracitados deve procurar um médico imediatamente. Se for diagnosticado de maneira precoce, trata-se de um mal perfeitamente curável.

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