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Divinópolis registra segundo tremor de terra de baixa magnitude em menos de uma semana

Um novo tremor de terra de 2.9 na Escala Richter foi registrado na tarde desta quinta-feira (13) em Divinópolis. De acordo com a Rede Sismográfica Brasileira (RSBR), o abalo é considerado de magnitude baixa. É o segundo tremor de mesma proporção registrado na cidade em menos de uma semana.

A Prefeitura disse que entrou em contato com a Central de Sismologia, do Departamento de Geofísica do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosférica da Universidade de São Paulo para notificar e saber mais informações sobre o ocorrido.

O tremor foi sentindo, principalmente, por moradores dos bairros Lagoa dos Mandarins, Icaraí, Centro Industrial, Ponte Funda, Belvedere, Manoel Valinhas e Danilo Passos.

Chamados

O g1 procurou o Executivo e o Corpo de Bombeiros para saber se houve algum registro de atendimento por causa do abalo sísmico.

Segundo a Prefeitura, foram muitas pessoas que ligaram para questionar o que teria ocorrido. A reportagem ainda não obteve retorno dos bombeiros.

Diante dos chamados, a Administração Municipal emitiu uma nota e disse que a vice-prefeita Janete Aparecida (PSC), juntamente com o prefeito Gleidson Azevedo (PSC), o secretário de Administração, Thiago Nunes, e a diretora de Comunicação, Samara Souza, entraram em contato com a Central de Sismologia, do Departamento de Geofísica do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosférica da Universidade de São Paulo para notificar e saber mais informações sobre o ocorrido.

“Jackson Calhau Souza, que faz parte do corpo técnico administrativo do setor, solicitou que todo divinopolitano que tenha sentido o tremor deve acessar link, na área ‘Sentiu Ai’ e informar sobre o ocorrido. O relato dos divinopolitanos pode auxiliar os estudiosos a descobrirem as possíveis causas dos tremores sentidos na cidade, nos últimos dias”, finalizou a nota.

Tremor de terra

De acordo com a RSBR, tremores com magnitude de 2 a 4 são semelhantes ao impacto da passagem de um veículo grande e pesado. Magnitude entre 4 e 6 quebra vidros, provoca rachaduras nas paredes e desloca móveis.

Ainda segundo a RSBR, magnitude entre 6 e 7 provoca danos em edifícios e destruição de construções frágeis. Magnitude entre 7 e 8 danos graves em edifícios e grandes rachaduras no solo e magnitude entre 8 e 9 provoca destruição de pontes, viadutos e quase todas as construções e magnitude maior que 9 destruição total com ondulações visíveis.

Fonte: g1 Centro-Oeste