Da Redação

Nesta segunda-feira (27), completa-se 20 dias desde a última vez que Juliana Oliveira Silva, de 27 anos, foi vista por pessoas próximas a ela.

O desaparecimento foi registrado, por meio de Boletim de Ocorrência na Polícia Militar, pelo pai adotivo da jovem, Vicente Rosa, no dia 11 de julho após ser informado pelo marido de Juliana de que ela havia saído de casa no dia 5, quando ele não estava, e não retornou mais.

Um inquérito já foi aberto pela Polícia Civil para apurar o sumiço da jovem. Nele se apurou que Juliana esteve em Belo Horizonte na semana anterior ao desaparecimento e retornou para Formiga. Porém, não foi para a casa e sim para residência de uma amiga para quem pediu dinheiro. Após deixar o local, no dia 7 de julho, ela não foi mais vista. 

A jovem desaparecida tem distúrbios psicológicos e fazia uso de medicação controlada, sendo assistida por uma equipe do Centro de Atenção Psicossocial (Caps) de Formiga. Uma assistente social que acompanhava Juliana foi ouvida pela polícia e declarou que Juliana manifestava o desejo de se afastar da família e morar sozinha.

Até o momento, seis pessoas foram ouvidas pela polícia dentre o pai, o pai adotivo, o marido de Juliana e uma amiga.

De acordo com informações do delegado de polícia Tiago Ludwig, um boato com respeito a uma possível fuga da jovem por ela ser mantida em cárcere privado pelo marido chegou a circular na cidade, porém, essa hipótese foi apurada e já está descartada pelos investigadores.

Outras linhas de investigação estão sendo seguidas e diligências constantes estão ocorrendo em busca de pistas e do paradeiro de Juliana. Porém, após obter informação a respeito do desejo de Juliana de viver sozinha, uma das hipóteses é de que a jovem esteja em algum lugar e com vida.

A família está mobilizada para encontrar Juliana o quanto antes. Informações sobre o paradeiro dela devem ser repassadas para as autoridades policiais.

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