Nesta sexta-feira (25), o Governo de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese), lançou em live transmitida pelo YouTube, o documento Plano Mineiro Intersetorial de cuidados/tratamentos e prevenção do uso/abuso de álcool, tabaco e outras drogas, que tem por objetivo auxiliar no combate às drogas em Minas Gerais.

Segundo a subsecretária de Política sobre Drogas em Minas Gerais, Soraya Romina, o plano visa orientar quais são os cuidados que os 853 municípios do Estado precisam tomar para avançar no combate às drogas. “O documento traz um diagnóstico da situação do uso e abuso de tabaco, álcool e outras drogas”, afirma a subsecretária.

 “Pode-se dizer que esse documento servirá como uma bússola para cada cidade se orientar como melhor agir, na política sobre drogas”, comenta Soraya Romina.

 O documento foi desenvolvido por órgãos estaduais na Secretaria de Política sobre Drogas na Sedese, que conta com o apoio de instituições para dependentes químicos de vários municípios dentro do Estado. De acordo com a Sedese, este é um dia histórico, pois é a primeira vez que Minas tem esse tipo de plano para fortalecer a prevenção de drogas no Estado.

 A secretária do Estado, Elizabeth Jucá, disse que este documento é uma agenda a favor da vida, para tornar Minas um estado que não dissemine as drogas, mas sim dar oportunidade aos jovens e adolescentes “Prevenção contra as drogas é prioridade, e esta nova secretária visa ter políticas públicas consistentes e inovadoras”, comentou.

 Já o vice-governador de Minas, Paulo Brant, reforçou que o documento é um movimento à liberdade pois, as drogas ameaçam o poder de liberdade das pessoas, que é o nosso bem mais caro.

 Ele ainda ressaltou que, com a pandemia, os dependentes químicos aumentaram consideravelmente e o papel do governo neste assunto, não é o de comandar, mas sim de induzir, fomentar, e ter a “mão leve” para poder coordenar um assunto tão complexo em todos os sentidos.

 Nos próximos dias, a Sedese realizará um processo de escuta e interação com a sociedade para apresentar o documento, e cada um poder dar suas opiniões, analisar se tem algum tema importante que foi menos trabalhado, “ou seja, queremos alinhar este plano com a população em geral”, explica Soraya Romina.

Fonte: Estado de Minas

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