O  Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) disponibilizou, gratuitamente, uma cartilha que alerta os suinocultores mineiros sobre as formas de transmissão e medidas preventivas para a peste suína clássica (PSC) e peste suína africana (PSA) nos rebanhos de suínos do estado. A publicação pode ser consultada aqui

A cartilha com orientações aos produtores sobre PSC se deve à confirmação, no dia 6 de outubro, do foco da doença no município de Forquilha, no Ceará. O episódio colocou em alerta os estados da área livre de peste suína clássica, principalmente Minas Gerais, que já possui o status de área livre de PSC obtido junto à Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).

Quanto à peste suína africana, diversos países do Leste Europeu e do continente africano, e também China e Rússia, já registraram focos da doença. O Ministério da Agricultura está adotando todos os cuidados para evitar a chegada deste vírus ao Brasil.

Minas Gerais realiza vigilância permanente, como a força-tarefa em lixões e aterros sanitários. Entre as ações que o IMA realiza em prol da sanidade suína no estado estão o controle do trânsito dos animais e a coleta periódica de sangue de suínos reprodutores em frigoríficos, e em Granjas de Reprodutores Suídeos Certificados (GRSC).

Números

Minas Gerais possui o quarto maior rebanho de suínos do país, com 5,2 milhões de cabeças, o que corresponde a 12,7% de todo o plantel brasileiro, segundo dados de 2017 do IBGE.

De janeiro a outubro de 2018, Minas exportou 13 mil toneladas de carne suína, gerando receita de US$ 22,7 milhões. Hong Kong aparece como o principal comprador da carne mineira, com 42,8% das vendas do estado.

 

 

Fonte: Agência Minas||

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