Mais de duzentos países envolvidos, cerca de dez mil atletas e trezentos eventos envolvendo 26 modalidades esportivas. Estes são os números expressivos dos Jogos Olímpicos de 2012, que tem sua abertura oficial na noite de hoje, em Londres, primeira cidade a receber as Olimpíadas da era moderna em três oportunidades. Antes, a capital britânica sediou os Jogos em 1908 e 1948. Até o dia 12 de agosto, o mundo esportivo vai respirar as Olimpíadas, que daqui quatro anos chegam ao Rio de Janeiro.
Laboratório
A presidenta Dilma Rousseff, que está em Londres, disse que o Brasil vai seguir os passos de Londres para, em 2016, realizar os melhores jogos da história. A presidente foi recebida pelo primeiro-ministro britânico, David Cameron, e os dois países estudam a possibilidade de um acordo para o envio ao Brasil de uma delegação governamental britânica para compartilhar informações e métodos para a organização da Olimpíada, de acordo com ministro do Esporte, Aldo Rebelo.
Expectativa
Na cerimônia de lançamento da campanha de promoção turística do Brasil no exterior, apresentada pela ex-jogadora de basquete Hortência, Dilma elogiou Londres pela preparação ?sem dúvida nenhuma da melhor Olimpíada realizada até agora?, e prometeu que os Jogos Rio-2016 não ficarão atrás, apesar de algumas construções ainda não terem arrancado. ?A última Olimpíada tem que ser sempre a melhor de todos os tempos. Tenho certeza que aqui em Londres vamos ver esse espetáculo, e tenho certeza que, quando chegar a vez do Rio nós faremos a nossa parte?, disse Dilma.
Pé no acelerador
Ontem, em Londres, Dilma teve duas reuniões importantes envolvendo os eventos futuros no país. A Copa do Mundo e as Olimpíadas são motivo de preocupação das chapas ?gringa? das organizações. Joseph Blatter, presidente da Fifa, cobrou da presidenta mais rapidez na conclusão das obras para a Copa do Mundo. De acordo com Blatter, há cidades marcadas em vermelho no cronograma de preparação. Já Jacques Rogge, presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), seguiu a linha de Blatter e pediu maior atenção para com as obras do Rio de Janeiro em relação aos Jogos Olímpicos de 2016. O COI não quer aceitar atrasos.

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