Culpar somente a genética pela ocorrência do infarto é um erro. Estudos revelam que os hábitos do homem influenciam – e muito -, na ocorrência da doença. Para levar uma vida saudável e reduzir as chances de ter tal problema cardíaco é imprescindível cuidar da alimentação.
O infarto fulminante pode acontecer mesmo em indivíduos sem casos na família e aparentemente saudáveis, mas bons hábitos reduzem o perigo. Isso significa evitar a hipertensão, diabetes, colesterol alto, tabagismo, estresse, obesidade e o sedentarismo.
Se, apesar dos cuidados, a pessoa sentir que está sofrendo um infarto, ela deve procurar socorro médico, de imediato. Enquanto não consegue, deve folgar a roupa e cessar qualquer atividade, por menor que seja. O correto é só tomar remédio com receita, mas pode-se mastigar (a absorção é mais rápida) uma aspirina (salvo se a pessoa for alérgica ao ácido acetilsalicílico) para tentar dissolver a obstrução da artéria. Outros medicamentos só devem ser utilizados com orientação médica.
Uma outra dica é inspirar e tossir forte e de forma prolongada algumas vezes na hora do ataque. Isto não vai cessar o infarto, mas pode ajudar a reduzir danos ao coração em certos casos de infarto de coronária direita, na qual há queda de pulsação. A inspiração profunda melhora a oxigenação e a tosse contrai o coração, forçando a circulação do sangue.

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