Formiga

Mina utilizada por moradores da Lajinha está imprópria para consumo humano

Conforme o portal Últimas Notícias noticiou na manhã desta sexta-feira (24), diante do estado crítico em que se encontra o município devido a estiagem, moradores do bairro Lajinha reativaram, há cerca de duas semanas, por conta própria, a mina d?água localizada na rua Mizael José de Mendonça. A mina estava fechada há cinco anos após ser constatada, por meio de teste, a contaminação da água.
A recente reativação ocorreu devido ao desespero dos moradores do bairro e adjacências, diante da falta de água que assola a cidade.
De acordo com moradores, a mina abasteceu o bairro durante anos, sendo desativada e abandonada há décadas. Apenas em 2008 a mina foi reativada novamente, pela Prefeitura, quando a enchente levou parte da barragem do Saae. Mas devido a testes feitos na época a mina foi desativada novamente.
A mina foi reativada sem testes na qualidade da água, após um pedido dos moradores junto à Secretaria de Gestão Ambiental para que a área fosse limpa.
Na tarde desta sexta-feira, a Secretaria de Comunicação da Prefeitura enviou uma nota ao portal, em nome da Secretaria de Gestão Ambiental, informando que os testes feitos na água contataram que ela está contaminada e imprópria para consumo humano, podendo ser utilizada para outros fins. A Secretaria de Gestão Ambiental colocará no local, uma placa informando aos moradores que a água não é potável.
Confira a nota:
? Conforme análise do Saae, água é imprópria para consumo humano, mas pode ser utilizada para outros fins. A Secretaria Municipal de Gestão Ambiental providenciou, como parte das ações de apoio ao Saae em face da atual seca que castiga o município de Formiga, a limpeza da mina conhecida por Mina da Lajinha, localizada na Travessa Misael Joel Mendonça. Também foi feita a capina no seu entorno, a fim de que a população residente nas imediações possa utilizar a água.
Foi realizada a análise de uma amostra d?água coletada naquela nascente pelo químico do Saae, Flávio Leonildo de Melo. Constatou-se que ela é imprópria para o consumo humano, conforme laudo arquivado na Gestão Ambiental.
?Por esse motivo, a secretaria providenciou a colocação de uma placa com o aviso de que a água não é potável. Assim sendo, a mesma pode ser utilizada para outros fins, menos para beber e cozinhar?, explicou o secretário municipal de Gestão Ambiental, Jorge Zaidam.?