TRABALHO

Movimento pede a redução das horas trabalhadas
O lançamento da IV Marcha da Classe Trabalhadora acontece amanhã, dia 7/11, às 10 horas no auditório Petrônio Portela, do Senado Federal, em Brasília. Centenas de lideranças de todo o país estarão presentes no evento convocado pela CUT (Central Única dos Trabalhadores), FS (Força Sindical), UGT (União Geral dos Trabalhadores), CGTB (Central Geral dos Trabalhadores do Brasil) e NCST (Nova Central Sindical de Trabalhadores).
A Marcha está marcada para o próximo dia 5 de dezembro.Um dos principais temas deste ano é a redução da jornada de trabalho sem redução de salário. Os sindicalista reivindicam a provação da emenda constitucional dos senadores Inácio Arruda (PCdoB-CE) e Paulo Paim (PT-RS) que reduz a jornada de 44 para 40 horas semanais.
Um estudo divulgado em julho de 2007 pela OIT (Organização Internacional do Trabalho) revela que pelo menos 660 milhões de trabalhadores têm carga excessiva que ultrapassa as 48 semanais. Foram analisadas as condições de trabalho em 50 países.
O estudo diz que na economia informal, que gera pelo menos a metade de todos os empregos em todas as regiões do mundo em desenvolvimento, dos quais a metade são empregos por conta própria, cerca de 30% dos homens que trabalham mais de 49 horas semanais. Enquanto isso, as mulheres recorrem ao trabalho por conta própria com jornadas mais curtas como uma forma de reconciliar a vida no trabalho e familiar.

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