O deputado estadual, Cássio Soares (PSD) relator da Comissão Especial da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), que analisa a Proposta de Emenda Constitucional 52 divulgou na terça-feira (20), que foi dado importante passo para a manutenção das cotas mínimas no Lago de Furnas e no Peixoto.

De acordo com o deputado, o Operador Nacional do Sistema (ONS) apresentou naquela data, o relatório com propostas para redução na produção de energia elétrica para não diminuir ainda mais o volume dos reservatórios.

A autorização partiu do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico que prevê o acionamento de usinas termelétricas e a importação de energia para preservar o volume armazenado nos reservatórios das hidrelétricas.

Foto: reprodução Facebook

“Assim, garante a função múltipla do uso da água, mantendo a geração de energia, mas dando a importância à pesca, turismo, travessia de balsa e todos os usos necessários dos nossos lagos”, comentou Cássio que informou ainda, que na próxima terça-feira (27), será realizada uma audiência pública para tratar sobre a PEC 52.

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A proposta de autoria do deputado estadual Professor Cleiton/PSB, estabelece o tombamento do Lago como patrimônio de Minas Gerais e visa garantir a cota mínima de 762 metros para o nível da represa.

Estamos desde 2012 lutando por essa causa, ganhando sempre mais força, adesão de importantes lideranças e, principalmente, a participação ativa da sociedade de forma organizada e com muita garra”, disse Cássio.

Em tempo

Nessa quinta-feira (22) se tornou pública uma resolução assinada pelo governador de Minas, Romeu Zema (Novo) instituindo o grupo de trabalho destinado a promover estudos sobre a manutenção, preservação e promoção do Lago de Furnas e do uso múltiplo das águas para a preservação ambiental, desenvolvimento econômico e turístico de Minas.

O grupo será formado por profissionais dos seguintes órgãos: Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult), Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede), Secretaria de Estado de Meio Ambiental e Desenvolvimento Sustentável (Semad) e Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam).

Fonte: Página da rede social Facebook de Cássio Soares

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