[et_pb_section admin_label=”section”][et_pb_row admin_label=”row”][et_pb_column type=”4_4″][et_pb_text admin_label=”Texto” background_layout=”light” text_orientation=”left” use_border_color=”off” border_style=”solid”]
Identificar as trajetórias de vida e a relação com a terra das mulheres mineiras que atuam no campo é o mote de uma pesquisa em andamento no Estado. A situação das trabalhadoras da zona rural estará presente em um diagnóstico desenvolvido pela Secretaria de Desenvolvimento Agrário (Seda) e pela Fundação João Pinheiro (FJP).
O estudo vai embasar futuras políticas públicas que atendam às necessidades deste público feminino. “Entendemos que é de fundamental importância a valorização da mulher e o fortalecimento dela no campo. É ela quem produz e, muitas vezes, está à frente da liderança do negócio”, enfatiza o secretário da Seda, Professor Neivaldo.
Execução
A pesquisa está em andamento em duas frentes. Uma delas vai construir um retrato inicial da situação socioeconômica das trabalhadoras. Em seguida, o objetivo é verificar as lacunas identificadas.
“A pesquisa segue em execução. O trabalho de campo foi feito entre novembro e dezembro de 2016. As transcrições das entrevistas realizadas em campo foram feitas e revisadas”, destaca a pesquisadora do Centro de Estudos de Politicas Públicas da FJP e coordenadora da pesquisa, Marina Alves Amorim.
Outra frente é a construção de uma biografia coletiva de 12 mulheres do campo. Elas foram indicadas por movimentos, organizações ou redes que ajudam a compor a Articulação de Mulheres do Campo de Minas.
A trajetória de vida destas mulheres vai ser publicada em formato de um livro com um encarte contendo um vídeo e um conjunto de materiais didático-pedagógicos, com o intuito de dar visibilidade às mulheres pelo viés do trabalho.
Empreendedoras
Atualmente, o Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) tem 214 agroindústrias familiares cadastradas. “Quase todas as agroindústrias têm uma mulher envolvida. Se não é ela quem coloca a mão na massa, está envolvida como gestora”, explica o fiscal agropecuário do IMA, Andre Almeida Santos Duch.
[/et_pb_text][/et_pb_column][/et_pb_row][et_pb_row admin_label=”Linha”][et_pb_column type=”1_2″][et_pb_text admin_label=”Texto” background_layout=”light” text_orientation=”left” use_border_color=”off” border_style=”solid”]
Uma das produtoras rurais que conta com o apoio do Governo de Minas, por meio do IMA, é Denize Azevedo Viana. Em uma pequena propriedade em Vespasiano, na Grande BH, ela e o marido, Paulo Roberto Resende Viana, produzem queijo Minas Frescal.
“Eles inspecionam, veem o que precisa ser feito. O IMA está sempre presente. Tem um funcionário da agricultura familiar designado justamente para isso mesmo”, conta Denize.
[/et_pb_text][/et_pb_column][et_pb_column type=”1_2″][et_pb_image admin_label=”Imagem” src=”https://www.ultimasnoticias.inf.br/wp-content/uploads/2017/03/trabalhadora-rural.jpg” show_in_lightbox=”off” url_new_window=”off” use_overlay=”off” animation=”off” sticky=”on” align=”center” force_fullwidth=”off” always_center_on_mobile=”on”] [/et_pb_image][et_pb_text admin_label=”Texto” background_layout=”light” text_orientation=”left” use_border_color=”off” border_style=”solid” module_class=”legenda “]
Denize Viana e o marido produzem queijo Minas Frescal em uma pequena propriedade em Vespasiano, na Grande BH (Foto:Omar Freire/Imprensa MG )
[/et_pb_text][/et_pb_column][/et_pb_row][et_pb_row admin_label=”Linha”][et_pb_column type=”4_4″][et_pb_text admin_label=”Texto” background_layout=”light” text_orientation=”left” use_border_color=”off” border_style=”solid”]
Atualmente, a produção é de cerca de 100 queijos por dia – cada um pesa em média 500g. Depois de embalado, o queijo é enviado para as cidades de Lagoa Santa e Belo Horizonte, onde é vendido por R$ 30, em média. Parte da produção também é enviada para o Aeroporto Internacional de Confins, onde cada unidade é comercializada por R$ 59.
[/et_pb_text][/et_pb_column][/et_pb_row][/et_pb_section]
Fonte: Hoje em Dia ||








