Pressionado por aliados e pela opinião pública, o prefeito Marcio Lacerda (PSB) recuou e retirou do projeto de lei a parte do texto que autorizava aumento de ITBI e ISSQN. No mês passado, o Supremo Tribunal Federal havia mantido decisão do Tribunal de Justiça de Minas e indeferiu o reajuste com base em ação proposta pela legenda nanica PEN, do deputado estadual Fred Costa, opositor ao governo Lacerda.

Na última segunda-feira (1º), coube ao líder do prefeito na Câmara, Preto (DEM), divulgar a emenda que suprimiu o reajuste durante reunião na Câmara Municipal. O vereador alegou motivação jurídica para justificar a modificação do texto do Executivo. ?Foi uma questão judicial. Então o prefeito ficou sem alternativa a não ser aguardar a decisão do mérito do Supremo?, declarou.

Apesar da modificação, a pauta continua travada. E, por falta de quórum no plenário, a reunião foi interrompida.

Antes do fim da sessão, o vereador Jorge Santos (PRB) fez discurso defendendo auditoria nos últimos contratos celebrados pelo presidente da Casa, Léo Burguês (PTdoB). Para Santos, foram realizadas despesas desnecessárias. Burguês, por sua vez, disse que não comenta ?leviandades?.

Em Formiga

Na contramão do que ocorre na capital, em Formiga, além do aumento de 25% nas contas do Saae, que ocorreu por meio de decreto do prefeito no mês de maio, acaba de ser reajustada a tarifa de Iluminação Pública.
E o aumento de impostos não para por aí. A Câmara deverá votar ainda este ano, o reajuste no IPTU a partir da revisão da Planta de Valores

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