Terminou na quarta-feira (10), a “Operação Piracema – Carnaval 2016 – Fiscalização de Pesca”, que vinha sendo realizada pelo 3º Pelotão de Meio Ambiente desde o dia 5 de fevereiro.

A proteção da vida silvestre, com o intuito educar, prevenir e coibir a prática da pesca predatória, para assegurar a sustentabilidade das diversas espécies da fauna ictiológica da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco e Rio Grande (reservatório de Furnas) motivou a ação.

Foram empregados 19 policiais militares durante a execução das operações, sendo obtidos os seguintes resultados da Operação Piracema – Carnaval 2016:

4 prisões;

122 redes apreendidas e/ou recolhidas;

30 espinhéis recolhidos;

97 anzóis recolhidos;

6 tarrafas apreendidas e/ou recolhidas;

8 carretilhas/molinetes apreendidos e/ou recolhidos;

uma embarcação apreendida;

10 quilos de pescado apreendidos e doados a instituições;

13 autos de Infração lavrados em um total de R$9.247,85, em multas;

421 veículos diversos fiscalizados.

 

A Piracema

A palavra Piracema é de origem tupi e significa “subida do peixe”. Refere-se ao período em que os peixes buscam os locais mais adequados para desova e alimentação. O fenômeno acontece todos os anos, coincidindo com o início do período das chuvas, entre os meses de novembro e fevereiro. Durante o período da Piracema, as atividades de pesca sofrem inúmeras restrições, conforme descreve as Portarias do Instituto Estadual de Florestas – IEF: nº 156/2011 referente à Bacia de Rio Grande e Portaria IEF nº 154/2011 inerente à Bacia do São Francisco.

Durante o período de defeso ou Piracema (1/11/2015 a 28/02/016), os peixes sobem para as cabeceiras dos rios e lagoas marginais para se reproduzirem e os pescadores têm de observar rigorosamente as restrições para a atividade. Além dos pescadores, os proprietários de restaurantes, bares, hotéis, bem como todos os estabelecimentos que comercializam produtos da pesca devem se informar quanto aos procedimentos durante o período de defeso.

 

Disk Denúncias

A Polícia de Meio Ambiente solicita um apoio da população com intuito de identificar autores de crimes ambientais relacionados à atividade de pesca, caça, explorações florestais e outras infrações na região, repassando as informações para o 3º Pelotão de Meio Ambiente, ou através do DDU – 181.

Para mais informações e denúncias entrar em contato pelo telefone: (37) 3322-1454 – Formiga, (37) 3352-1046 – Arcos ou (37) 3261-1599 – Lagoa da Prata.

 

 

Fonte: Informações da Polícia Militar Ambiental||

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