O presidente do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, desembargador Gilson Soares Lemes, se reuniu nessa quinta-feira (15) com lideranças empresariais para discutir a possibilidade de intermediar diálogo, que possa auxiliar na busca de uma alternativa, para minimizar os impactos provocados pela covid-19 nas atividades de comércio.

A reunião ocorreu em formato semipresencial, por meio de videoconferência. Participaram do encontro o superintendente administrativo adjunto do TJMG, desembargador José Arthur Filho, o desembargador Catta Preta, da 2ª Câmara Criminal, e o presidente da Câmara dos Diretores Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH), Marcelo de Souza.

Participaram de forma virtual o presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Minas Gerais (FCDL-MG), Frank Sinatra, o 2º secretário da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Minas Gerais (Fecomércio MG), Rony Anderson de Andrade Rezende, e o presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais de Minas Gerais (Federaminas), Valmir Rodrigues.

O presidente Gilson Lemes ouviu a exposição dos representantes das entidades, que salientaram o impacto do fechamento total do chamado comércio não essencial na economia e “na vida de milhares de famílias, com consequências trágicas”.

Segundo os representantes das entidades, o aumento do desemprego e de falências penalizam principalmente os pequenos empresários, criando desalento e desespero. Afirmam que esses estabelecimentos não representam grandes riscos de contágio da covid-19, pois recebem poucos clientes por vez. Eles afirmaram, ainda, que regiões e municípios têm características distintas, o que deve ser considerado na fixação de normas e restrições.

Diante dos argumentos apresentados, o presidente Gilson Lemes afirmou que, dentro das atribuições do Poder Judiciário e com a imparcialidade necessária, se empenhará em promover o diálogo da categoria com outros atores públicos e buscará favorecer uma proposta que equacione o problema considerando toda a sua complexidade.

Fonte: Tribunal de Justiça de Minas Gerais

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