A Residência Inclusiva, iniciada como Casa Lar, está atualmente com nove acolhidos com deficiência física e mental que possuem os vínculos familiares e afetivos rompidos. O serviço é mantido pela Prefeitura e está, desde novembro do ano passado, funcionando em novo endereço: Rua Jacinta de Oliveira, 46, no Centro.

Na semana passada, o promotor de Justiça Lucas Silva e Greco foi conhecer a nova sede da Residência Inclusiva. Ele acompanhou de perto a rotina dos acolhidos e a assistência dada pela equipe composta por coordenador, assistente social, psicóloga social, cuidadores sociais, cantineiras e o auxílio de um psiquiatra.

Segundo o secretário de Desenvolvimento Humano, Jaderson Teixeira, a visita do promotor foi um momento muito importante para verificar o acolhimento e os serviços que estão sendo prestados aos moradores. “A Administração Municipal tem buscado assegurar a dignidade aos acolhidos.”

A Residência Inclusiva foi criada pelo Ministério de Desenvolvimento Social e é uma modalidade de serviço de acolhimento do SUAS (Sistema Único de Assistência Social), por meio do serviço de proteção social especial. O SUAS é de responsabilidade da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Humano e tem como supervisora Lindamar Azarias.

De acordo com a coordenadora da Residência Inclusiva, Taciana Carvalho, a participação da sociedade é de suma importância na reintegração e socialização dos acolhidos, para que retomem vínculos afetivos e rompam a prática de isolamento.

A Prefeitura é a grande mantenedora do serviço, mas os moradores contam também com o apoio de empresários, igrejas e voluntários que se solidarizam com a causa. “O serviço existe há muitos anos, mas agora temos maior participação e conhecimento pelos formiguenses porque temos maior abertura à sociedade. Muitas pessoas colaboram e participam do projeto, como André Gouvêa, que voluntariamente leva música aos moradores; o pastor Isaías, que ministra cultos a cada 15 dias aos domingos; o grupo de cursilho Mundo Cristo em Nós, que promove aniversários dos acolhidos; a comunidade católica Divino Espírito Santo, da Matriz Sagrado Coração de Jesus, que realiza visitas e missas, além de empresários que vêm se solidarizando com a causa, como o Café Centenário.”

Taciana Carvalho ressaltou que os acolhidos também são referenciados pelo CREAS e CRAS I, que desenvolvem muitas atividades com eles. “Essa gestão veio com seriedade e tem ajudado muito a Residência Inclusiva. Estamos promovendo a reintegração social das pessoas que moram na casa e muito felizes com o apoio recebido.”

 

Fonte: Secom ||

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