Formiga

Ano das tragédias será 2043

Na segunda reportagem da série Previsões para 2012, o Esotérico mostra a visão da gnose através do conhecimento de Virgílio Novais, professor de antropologia gnóstica.
Segundo ele, a humanidade chega a 2012 encontrando um mundo convulsionado pelas crises de natureza econômica, ambiental, social e existencial, nas quais o desequilíbrio do ser humano torna-se patente e nas diversas situações diárias.
O professor aponta que o planeta, a natureza, a sociedade e o ser humano estão em crise. Ele considera que tais turbulências significam a hora de mudar, de reavaliar, de refletir e buscar uma transformação. Nos encontramos frente ao dilema do ?ser ou não ser? da filosofia. Ou nos transformamos ou seremos vítimas de nossa própria ignorância, diz.
Ele lembra que as mais antigas tradições consideram a época atual como o fim de um ciclo, em que há necessidade de fechar para balanço.
Virgílio comenta que os hindus falam do kaliyuga, ou idade das trevas, o máximo do materialismo e da ignorância e da necessidade da vinda do kalki avatara para restaurar os princípios fundamentais da humanidade. Ele lembra os significados para os budistas, como o período da declinação do darma, quando as pessoas já não conseguiriam mais vislumbrar as verdades eternas. Assim, seria do aparecimento do Buda Maitreya, que a consciência superior pode recolocar o ser humano no caminho verdadeiro.
O professor lembra até mesmo os dizeres da Bíblia, sendo um livro que narra a história cíclica da humanidade. Começa no Gênesis, passa pelo dilúvio universal e termina com o apocalipse. O livro fala do ?abrasamento?, da destruição da humanidade atual pelo fogo, comenta.
Novais cita são Pedro, em sua segunda epístola aos romanos, que diz: o dia do Senhor virá como o ladrão na noite, e a Terra e todas as obras que nela há serão queimadas.
Em são Mateus, se diz: Quando Jerusalém estiver cercada por exércitos e ouvires falar de guerra e rumores de guerras, doenças e fome, é sinal de que o fim está próximo.
Assim, o professor também aponta os dizeres maias, povo que considera grande possuidor de cultura esotérica e conhecedor das leis da natureza, do universo e dos ciclos cósmicos. Em seus livros sagrados, falam da época atual. O katun 13 do calendário maia, é ?o dia em que se enegrecerá o ramalhete dos senhores da terra?, explica.
Segundo Novais, o mestre Samael Aun Weor, restaurador da gnose (a sabedoria eterna, conhecimento superior) para o terceiro milênio e precursor da antropologia gnóstica, investigou as profecias maias. O mestre concluiu que os 13 katuns dos maias guardam relação com o grande ano sideral (ciclo de 25.968 anos). Cada raça se divide em 13 tempos, são 13 pedaços do ano sideral. Todas as profecias feitas com relação aos 12 katuns anteriores se cumpriram matematicamente, e, agora, se aguarda a última parte, o katun 13, diz.
Para o antropólogo, os maias são peritos em cálculos astronômicos e sabem que se aproxima da Terra um mundo gigantesco, conhecido também pela ciência oficial, os cientistas o chamam de Barnard1, comenta Novais.