Formiga

Vereadores e Prefeito debatem sobre retirada do esgoto dos rios de Formiga

Ocorreu na manhã do dia 1º de fevereiro de 2008 uma reunião entre os Vereadores e o Prefeito de Formiga para debaterem um projeto de investimentos em obras para implantação do sistema de esgotamento sanitário, com a finalidade de preservar os rios de Formiga. O encontro foi agendado pelo Prefeito, Aluísio Veloso, que comunicou a elaboração de um projeto de Lei para autorizar a tomada de um empréstimo junto ao Governo Federal no valor de R$ 10 milhões para execução da obra.
Estiveram presentes à reunião, o Presidente da Câmara Municipal, Maurício Ribeiro, os vereadores Edmar Ferreira, Gonçalo Faria e Rosimeire Mendonça, além do Prefeito Municipal, Aluísio Veloso, o ouvidor municipal Altair Ribeiro, Luis Carlos da Silva Ramos representando a Secretaria de Governo, e o diretor interino do SAAE (Serviço Autônomo de Água e Esgoto), Paulo Quintiliano.
Aluísio explicou que o Município irá desenvolver um projeto criado na gestão do prefeito Juarez Carvalho, para implantação de um sistema de esgotamento sanitário com objetivo de preservar os rios da cidade. Essa ação só será possível porque Formiga foi incluída no PAC – Programa de Aceleração do Crescimento, desenvolvido pelo Governo Federal, como cidade apta a celebrar um financiamento junto à Caixa Econômica no valor de R$ 10 milhões para a execução da obra. Consta no projeto que o prazo para a conclusão do investimento seja de dois anos e meio. O primeiro passo para que o Executivo dê início às atividades seria a aprovação do projeto autorizativo pelo Plenário do Legislativo municipal.
Dentre as justificativas apresentadas para a execução do projeto é que com a implantação do sistema, a qualidade da água do município irá melhorar e consequentemente a saúde da população. Outra argumentação é de que o município receberia a contrapartida do ICM Ecológico, o que praticamente quitaria cada parcela mensal do empréstimo, contratado em vinte anos com quatro de carência, com juros de 5% ao ano.
De acordo com Maurício Ribeiro, toda a Câmara quer o bem da cidade, mas considera que é necessário concentrar esforços, para que a obra seja executada com eficiência, evitando transtornos durante seu desenvolvimento e garantindo saúde e qualidade de vida de toda a população.