O que antes era tido como o cartão postal de Formiga, atualmente, conforme já publicado em matéria recente na coluna Boot & Nada, hoje já passou para o anedotário desta Cidade das Areias Brancas, como o nosso ?Cartão Bostal?.
Tudo, é claro, em razão do mau uso por alguns e do total descaso da administração pública que nestes mais de 15 meses, ainda não foi capaz de tomar providências efetivas para minimizar os efeitos desta ?propaganda negativa? que é oferecida aos visitantes e usuários daquele que era reconhecido, não faz muito tempo, como um dos mais belos e bem cuidados Terminais Rodoviários deste Estado.
Hoje, infelizmente, o que se vê, nada mais é que um retrato do desmazelo com a coisa pública, marca que, aliás, logo se firmou quando no início deste governo, produziu-se a hoje, tristemente famosa, Expolata. Se com aquilo que foi exposto, a intenção foi a de passar para a população a ideia de renovação de frotas, de modernização da administração pública, hoje, o que o povo comenta é que tudo aquilo nada mais foi que uma projeção do que seria este, até então, desastroso e ineficiente governo.
Numa cidade que se dá ao luxo de inovar, lançando a moda da ?PRIVADA SEM A MENOR PRIVACIDADE?, os que a ela visitam ou nela residem, não podem mesmo esperar nada de seus administradores em questões que se relacionem com limpeza urbana, iluminação de vias e outros locais públicos, preservação de seus rios e nascentes, cuidados com sua arborização, incentivo à cultura, turismo, etc.
Mais que ?blá-blá-blá?, é preciso que haja vontade política. É preciso que orçamentos públicos sejam produzidos, aprovados e colocados em prática, sempre de acordo com programas e projetos bem elaborados. Que o pessoal, maquinário e outros equipamentos necessários sejam igualmente disponibilizados e que o funcionalismo seja motivado a cumprir suas tarefas pela implementação de ferramentas administrativas como plano de cargos e salários e outros incentivos que se coadunem com a realidade hoje vigente no mercado e lhes permita vislumbrar melhores chances dentro da própria organização a que pertencem.
Hoje, a opinião pública é a de que enquanto houver no serviço público a prática do apadrinhamento e das nomeações dos ?amigos? em detrimento daqueles que realmente carregam nas costas o fardo da prestação do serviço público, (em especial nos escalões inferiores) não há secretário ou milagreiro que faça a máquina pública andar a contento.
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26/07/2026 - 20:13








