Artigos

A maior herança

[et_pb_section admin_label=”section”][et_pb_row admin_label=”row”][et_pb_column type=”4_4″][et_pb_text admin_label=”Texto” background_layout=”light” text_orientation=”left” use_border_color=”off” border_style=”solid”]

O falecimento de um parente querido é uma experiência dolorosa e gera muitos sentimentos incontroláveis, como a angústia, a saudade infinita, a lembrança dos bons momentos e muitas pessoas apresentam sintomas de depressão.

Em geral, ocorre um vazio, causado pela ausência e pela perda irreparável de uma pessoa única no universo.

Passado certo período, as pessoas já pensam em suas obrigações, em seus deveres diários e no levantamento de ações para enfrentar a falta da pessoa querida.

Os almoços, as ceias e os jantares não serão os mesmos, os aniversários passarão sem a sua presença, mas o tempo passa e as pessoas conseguem e aprendem sobreviver à perda.

Quando vai se fazer o levantamento dos bens materiais deixados pela pessoa (imóveis, aplicações e mesmo dívidas), chega-se o momento do inventário e da partilha, com a contratação de advogado, o pagamento de impostos e custas judiciais. No final do inventário, cada herdeiro receberá o seu quinhão devido.

Entretanto, o maior legado deixado pelas pessoas é eminentemente intangível, não possível de ser somado e nem mesmo avaliado monetariamente. Trata-se das boas ações, do caráter, da capacidade de trabalho em prol dos entes queridos e amigos, da capacidade de formar pessoas, do caminhar correto, da sapiência de entender o inexplicável de uma vida finita, do exemplo deixado e é assim que os vivos o terão eternamente em seus corações.

[/et_pb_text][/et_pb_column][/et_pb_row][/et_pb_section]