Membros da Associação de Corredores de Rua de Formiga (Acruf) embarcaram para São Paulo na noite desse domingo (29). Eles participarão da 95ª Corrida Internacional de São Silvestre, que ocorrerá nesta terça-feira (31).
Neste ano Formiga terá um representante no pelotão de elite. O atleta Marcos Vinicius Coelho irá largar ao lado dos melhores competidores de corrida rústica do mundo.
De acordo com a Acruf, Marcos foi convidado pela Gazeta Esportiva, portal responsável pela promoção da competição.
Além do atleta, Formiga será representada por Ronilson, Delmário Alves (Pelé do Anglo), Thiago, Daniel e Isac.
“Alguns atletas, que já encerraram o ano de competição, foram até o Terminal de Formiga para desejarem uma boa prova e dar o último abraço de despedida do ano de 2019”, disse a Acruf.
Outra novidade de 2019 é o número máximo de atletas, que, segundo o regulamento, será de 35 mil, isto é, 5 mil a mais que nas mais recentes edições.
A largada e a chegada serão mantidas na avenida Paulista: o início será autorizado na altura do número 2.000, e o término será diante do prédio da Fundação Cásper Líbero, no número 900.
Inspiração francesa
O jornalista Cásper Líbero idealizou a São Silvestre após acompanhar, em 1924, uma corrida noturna francesa em que os competidores carregavam tochas de fogo durante o percurso. O êxito das Voltas de São Paulo (1918) e de Piracicaba (1919), além de outras competições do início do século XX, também inspiraram o criador da prova.
A primeira Corrida de São Silvestre teve 60 atletas inscritos e, destes, 48 compareceram para disputar a prova. Pelo regulamento, 37 foram classificados ao chegarem três minutos após o primeiro colocado.
Em 10 de dezembro de 1967, Roberto Costa de Abreu Sodré, governador do estado de São Paulo, assina o Decreto de Oficialização da Corrida Internacional de São Silvestre. A partir desta data, a prova passou a fazer parte do calendário turístico paulista.
Fim da supremacia
Por 16 anos, apenas atletas paulistas venceram a corrida de São Silvestre. A supremacia do Estado só foi quebrada quando o mineiro José Tibúrcio dos Santos foi campeão em 1941.








