Conhecida pelas águas cristalinas e pelo mergulho ecológico, Bombinhas, em Santa Catarina, vive um início de 2026 marcado por problemas sanitários. Ao mesmo tempo em que turistas pagam a Taxa de Preservação Ambiental (TPA), reajustada e que pode chegar a R$ 200 para veículos de grande porte, o município registra um surto de virose gastrointestinal.
Dados da Secretaria de Estado da Saúde apontam 409 atendimentos por diarreia aguda apenas na primeira semana do ano. O número representa um aumento de 370% em relação ao mesmo período da temporada passada, quando foram registrados 87 casos.
A situação provocou insatisfação entre visitantes, que questionam o destino dos recursos arrecadados com a taxa ambiental diante da precariedade sanitária. Vídeos divulgados nas redes sociais mostram supostos pontos de despejo de esgoto no mar, inclusive em praias populares como Quatro Ilhas, o que reacendeu o debate sobre a balneabilidade da região.
A Prefeitura de Bombinhas nega agravamento real do surto e afirma que o aumento dos registros decorre de melhorias no sistema de notificação e na vigilância epidemiológica, alegando subnotificação em anos anteriores. Enquanto o impasse persiste, autoridades de saúde orientam evitar o banho de mar após chuvas fortes e reforçar a hidratação.
Com informações Vanity Brasil








