A atriz Carol Castro compartilhou nesta quinta-feira (26), durante o programa Encontro, o diagnóstico de fibromialgia, doença que ela confundiu por muito tempo com sintomas de sinusite.
Segundo Carol, a identificação da condição não foi simples, já que não existe um exame específico para detectá-la. “Tudo foi difícil, porque não há exame para fibromialgia. Tive que passar por vários exames e investigações médicas por causa das fortes dores de cabeça que sentia”, afirmou.
A atriz explicou que costumava associar as dores a crises de sinusite. “Antigamente, eu achava que era sinusite, porque em mim é muito forte na cabeça, no pescoço, e tenho uma Disfunção Temporomandibular (DTM)”, disse.
O período de investigação coincidiu com momentos pessoais e profissionais difíceis, incluindo uma lesão no joelho, a morte do pai e uma rotina intensa de filmagens. “Vou falar o quanto é importante o trabalho nessas horas. Salva em alguns casos, porque tem pessoas que nem conseguem levantar da cama”, relatou.
Após o diagnóstico, Carol adotou um estilo de vida mais ativo para controlar os sintomas, apostando em trabalho e atividades físicas. “Parece contraditório, mas é melhor do que remédio, que dá sono. Também tenho ansiedade, normalmente ligada à doença, ou depressão. Então, o trabalho é um remédio, e o aeróbico é muito mais potente do que qualquer medicação”, revelou.
A atriz ainda anunciou que fará um exame de polissonografia para investigar possíveis distúrbios do sono. “Você acorda cansada, sem energia. Muitas vezes, quando faço uma cena muito difícil à noite, uso compressa quente para relaxar, e, no meu caso, o trabalho sempre me curou”, concluiu.
Com informações do Metrópoles








