Esta foto do compressor instalado na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) circulou nas redes sociais por algumas semanas. Ela ilustrava uma  postagem reclamando sobre o problema (ruído sonoro em excesso, acima dos decibéis permitidos) que incomodava a pacientes e ao próprio funcionalismo da unidade.

Tendo sido informado de que o mesmo foi desligado recentemente, o jornal entrou em contato, por telefone, com o diretor geral da UPA, Eder Leal, para obter mais informações a respeito: Se o compressor voltaria a funcionar no mesmo local, ou não, e outros questionamentos sobre o funcionamento do mesmo. Seria aquele o local apropriado para instalá-lo?  

Não obtidas as devidas respostas, por telefone, mas gentilmente (?) convidado a comparecer à UPA, quando ele, o diretor Eder, poderia então responder aos nossos questionamentos e por eles serem de interesse público, o jornal procurou a diretoria de Comunicação da Prefeitura, e ela  assim informou:        

Realmente o compressor em questão, durante muito tempo apresentou problemas técnicos, que causaram o excesso de ruídos quando em funcionamento. Porém, pelo grande número de pacientes na UPA, passando por tratamentos que exigiam o auxilio do compressor na produção de ar comprimido, a única chance de mantê-lo desligado, só foi possível ocorrer agora, com o arrefecimento do número de pacientes lá internados.  A licitação já está ultimando os trâmites burocráticos para os reparos necessários e o compressor – só voltará a funcionar no mesmo local em caso de necessidade de suporte aos pacientes.

Matando dois coelhos com uma só cajadada

Atendendo ao convite do diretor Eder Leal, encaminhamos uma repórter à UPA na tarde de terça-feira (23), e embora não fosse possível manter o diálogo com ele, o Nova Imprensa constatou e conferiu as queixas trazidas à redação dando conta de que, naquele local, costumeiramente faltam papel higiênico nos banheiros destinados ao público na sala de espera, assim como papel toalha, sabonete, álcool gel, isto nos banheiros masculino e feminino.

O outro lado:

Da Comunicação da Prefeitura, o portal recebeu a informação de que, realmente, em dados momentos podem faltar tais materiais, uma vez que a reposição é feita de tempos em tempos. Porém, caso o usuário necessite de qualquer um destes itens durante o uso dos sanitários, ele pode recorrer ao balcão da portaria que o funcionário os entregará para o uso normal e racional.

Nota da redação:

Sugerimos que esta informação poderia estar afixada em placas na entrada dos WCs, por razões óbvias. A providência para a busca do material precisa anteceder ao uso do sanitário.

Por que racional e normal?

Simplesmente porque vândalos ou engraçadinhos têm o hábito de fazer buchas com papel higiênico e papel toalha molhados, para pregá-los nos tetos e paredes dos recintos. Assim sendo, um eventual usuário que adentre ao banheiro logo após o ato de vandalismo, fica sim prejudicado e em alguns casos, até impossibilitado de se dirigir à portaria em busca do material. Situação no mínimo, constrangedora. 

Ajude aí gente, sabendo usar não vai faltar!  Fica o apelo da redação.

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