O Brasil registrou em 2009 um recuo de 5,3% na taxa de emprego industrial em relação a 2008. Entre as unidades da federação e regiões geográficas cobertas pela pesquisa feita sobre a taxa de variação acumulada no ano no emprego industrial, Minas Gerais apresentou o pior resultado, com queda de 8,5%. Os resultados para o Estado contrastam com o crescimento verificado em 2008, quando apresentou o melhor resultado entre as áreas pesquisadas.
Por atividade econômica, em Minas Gerais, somente as atividades fumo e minerais não-metálicos apresentaram crescimento no emprego. No Brasil, apenas o setor de papel e gráfica apresentou crescimento.
Quanto à folha de pagamento real caiu, no Brasil, 2,8%, com taxas negativas em dez locais. As principais contribuições negativas foram assinaladas por São Paulo (-3,1%), Minas Gerais (-6,1%) e Rio Grande do Sul (-6,9%).
Em Minas Gerais, as indústrias extrativas apresentaram crescimento de 8,4% nessa variável, assim como as atividades fumo (+9,9%), calçados e couro (+0,3%), papel e gráfica (+0,1%), produtos químicos (+8,8%) e minerais não-metálicos (+0,9%).
A combinação de queda no valor real da massa salarial com queda no emprego, sendo essa mais forte do que a primeira, resulta em indicadores de crescimento no rendimento médio real por trabalhador. Tanto em Minas Gerais quanto no Brasil, em apenas quatro atividades se observa queda nesse indicador.
Formiga
Em 2009, o emprego industrial em Minas caiu 8,5%, queda superior à do país
- por Últimas Notícias
- 09/02/2010 - 17:32








