O formiguense Marco Aurélio de Mello Machado fez um estudo aprofundado sobre as possíveis causas da escassez de água no município de Formiga, assim como as dificuldades do Saae para tentar sanar o problema.
O professor relata a situação ocorrida nos últimos anos em razão dos graves problemas decorrentes da falta de chuva no país com foco na crise hídrica que Formiga atravessa.
Ele menciona sob um olhar crítico a atuação da gestão pública, em especial a do Saae, autarquia a quem cabe gerir a crise e garantir o abastecimento.
A análise do escritor também pode ser conferida na edição do jornal Nova Imprensa desta sexta-feira (16).

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