Redação Últimas Notícias
Desde o início do ano os formiguenses já pagaram mais de R$25 milhões em impostos, seja na esfera federal, estadual ou municipal, através de taxas, multas e contribuições. Até às 09h30 desta sexta-feira (27) a população da cidade havia pagado R$26.698.750.
A marca foi divulgada pelo Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). A ferramenta estima em tempo real a arrecadação com tributos de todos os estados do país.
Até esta sexta, Minas Gerais tinha arrecadado R$127.107.350.900. Neste ano, o impostômetro atingiu R$1,8 trilhão, 14 dias antes do que em 2018. A marca foi atingida às 18h40 de quarta-feira (25).
A virada antecipada continua a refletir a trajetória da inflação e o crescimento da economia dentro do que se previa no início do ano, afirma o economista da ACSP, Marcel Solimeo.
O movimento também está relacionado à melhora do desempenho em alguns setores com carga tributária mais alta, como é o caso de veículos. “Mas o grande problema continua do lado das despesas do governo que, assim como as receitas, também aumentam em um ritmo cada vez mais rápido”, destaca.
O “Impostômetro” mostra ainda quantos dias o brasileiro trabalhou apenas para pagar tributos. Em 2019, foram 153 dias somente para devolver valores federais, estaduais e municipais.
O total de impostos pagos pelos brasileiros também pode ser acompanhado pela internet, na página do “Impostômetro”.
Diferenças entre tributos
• Impostos: são a principal fonte de financiamento dos serviços públicos e podem incidir sobre o patrimônio (como o IPTU e o IPVA), renda (Imposto de Renda) e o consumo (IPI, ICMA), mas não há uma destinação específica.
• Taxas: São valores cobrados por um serviço específico, como a taxa de coleta de lixo ou a taxa para emitir documentos. E, diferentemente do imposto, nunca pode ser cobrada em função da capacidade financeira do contribuinte.
• Contribuições: Têm finalidade específica e não podem ser utilizadas livremente pelos governos. Elas costumam ser cobradas quando há uma destinação específica, como o PIS e Pasep, que são direcionados a um fundo para trabalhadores de menor renda. A Contribuição Provisória sobre Movimentações Financeiras (CPMF) foi criada em 1997 para arrecadar verbas destinadas à saúde pública. Agora, o governo propõe recriar o tributo para ajudar a cobrir o rombo da Previdência Social.
Fonte: Com informações da ACSP||








