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Nessa semana a Secretaria de Saúde divulgou o primeiro Levantamento de Índice Rápido para o Aedes Aegypti (LIRAa) de 2019.

A análise apontou um índice de infestação predial de 3,8. O resultado coloca Formiga em risco médio de epidemia de dengue.

Os bairros que apresentaram os maiores índices de infestação do Aedes aegypti, foram: Bela Vista, Novo Horizonte, Sagrado Coração de Jesus, Alvorada, São Luiz, Nossa Senhora Aparecida, Ouro Branco, Rosa Mística, Ouro Verde, Vila Esperança e São Geraldo.

A maioria dos focos foi encontrada nas residências, 82% do total. “Predominaram os focos em depósitos ao nível do solo e fixos (tanques, tambores, calhas e lajes), em depósitos móveis (pratos de plantas e bebedouros) e lixo”, informou a pasta em nota. Segundo a Secretaria de Saúde, os trabalhos de combate ao mosquito nesses bairros serão diferenciados.

A pasta informou também que nas localidades onde estão sendo notificados casos prováveis por dengue, o Setor de Endemias está realizando a aplicação de inseticida (UBV Costal). “O objetivo é eliminar o mosquito adulto da região próxima da residência do paciente e evitar novas notificações, caso a sorologia do paciente venha positiva para a doença. Ainda serão realizadas várias ações educativas com a intenção de mobilizar a comunidade e alertar sobre os riscos caso não haja prevenção contra essas doenças”.

Comitê de Enfrentamento da Dengue, Chikungunya e Zica

Na terça-feira (22) a Secretaria de Saúde realizou uma reunião do Comitê Intersetorial e Interinstitucional Municipal de Enfrentamento da Dengue, Chikungunya e Zika.

Representantes das secretarias de Saúde e Gestão Ambiental, Santa Casa e Legislativo Formiguense participaram do encontro e discutiram as medidas de prevenção contra essas doenças na cidade.

Na oportunidade, os participantes do comitê ressaltaram a importância da colaboração da população nas ações de combate ao mosquito Aedes aegypti.

Foram sugeridas como medidas: realização de mutirões de limpeza em bairros com alto índice de foco do mosquito; trabalhos educativos em escolas sobre essas doenças; pinturas com frases de alerta em locais estratégicos da cidade e divulgação em redes sociais.

 

 

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