O Coletivo Irmandade das Flores completou, no último dia 16 de fevereiro, um ano de existência.
Inicialmente, era um grupo de luta política, que se formou em 2018 através do aplicativo whatsapp. O intuito era compartilhar notícias e conhecimento a respeito das eleições. O grupo era bastante numeroso e, com o fim das eleições, ele foi perdendo o foco. Assim, quatro integrantes decidiram montar um grupo com as mulheres mais atuantes. O grupo foi intitulado de “Irmandade das Flores”.
O foco do grupo, inicialmente, continuava sendo o mesmo, o compartilhamento de notícias e informações sobre política. Porém, uma das integrantes apresentou uma demanda de violência doméstica, e todas se uniram para ajudar. Era um caso delicado, onde havia o risco de morte, e a necessidade da integrante requerer o pedido de medida protetiva, e conseguiu. Faltava a intimação do agressor, e era justamente este fato que amedrontava a vítima.
A vítima tinha 36 anos à época, mãe de 3 filhos, e sofria violência doméstica há anos. Foi justamente o grupo de Whatsapp que lhe deu forças para pedir a medida protetiva.
Para que a vítima estivesse em segurança, foi criada uma linguagem através de códigos de Whatsapp para que todas as integrantes se comunicassem, que eram:
Coração AMARELO: significa que está tudo bem. As integrantes enviariam durante todo o dia este coração, e a vítima responderia com ele caso a situação estivesse sob controle;
Coração ROXO: Significa que o agressor estaria em casa, e todas as integrantes deveriam estar atentas;
Coração VERMELHO: risco iminente. A integrante que visse o coração vermelho deveria ligar imediatamente para a polícia;
Coração LARANJA: você precisa de ajuda em casa
No dia 16 de fevereiro de 2019, o agressor fora intimado pela manhã por um oficial de justiça. A Medida Protetiva determinava que ele deveria pegar os pertences pessoais, deixar o lar e manter distância de 100 a 150 metros da vítima. Mas, ao invés de fazer o que estava determinado pela Justiça, o agressor passou a agredi-la verbalmente e disse, inclusive, que só cumpriria a determinação judicial caso ela pagasse um hotel para ele ficar.
A agressão evoluiu ao ponto que a vítima enviou ao grupo um código solicitando a chamada da Polícia. “Ela pegou o celular e usou os códigos que usamos no grupo. Oito mulheres do grupo chamaram a Polícia, e a detenção ocorreu na casa deles. A prisão preventiva foi decretada à noite [do mesmo dia] pelo juiz de plantão e ele ficou três meses na cadeia. Foram necessários inúmeros habeas corpus para tirá-lo de lá”, relatou Flávia Leão.
A atitude do Coletivo ficou conhecida e, naquele dia, nasceu a Irmandade das Flores, um grupo de ajuda a vítimas de violência. Hoje, se intitula “Coletivo que luta contra toda forma de violência à mulher”, pois o foco não é somente a violência doméstica, mas também a gordofobia, a transfobia, o machismo, o racismo, o assédio moral e sexual, etc.
O Coletivo já realizou atendimento a vítimas de violência, onde foram criadas redes de apoio através de novos códigos de whatsapp, e todas as vítimas atendidas conseguiram romper os ciclos de violência.

A Irmandade das Flores já organizou e participou de inúmeros eventos, dentro e fora de Formiga:
- Participação no primeiro Seminário sobre Feminicídio na Câmara Municipal de Formiga;
- Palestras dos CRA’S de Formiga;
- Palestras em Córrego Fundo e Pimenta;
- Blitz do Dia da Mulher;
- Blitz no dia de combate ao feminicídio (Dia Milena Siqueira);
- Bazar beneficente em prol de vítimas de Violência Doméstica;
- Participação em programas de rádio;
- Pedal Outubro Rosa
- Várias intervenções em eventos do Mr. Rock oferecendo informação e apoio às mulheres, prevenindo a violência;
- Realização do primeiro Primavera das Flores, evento que trouxe diversas palestras, apresentação musical e reprodução de documentário;
- Criação do Grupo de Estudos Feministas, tendo como primeiro tema o Feminismo Negro.

Blitz no Dia Internacional da Mulher em 2019 (Foto: Irmandade das Flores) 
Pedal Outubro Rosa (Foto: Irmandade das Flores)

Reunião com a Polícia Militar (Foto: Irmandade das Flores) 
Lançamento do livro de Nilmário Miranda (Foto: Irmandade das Flores) 
Com a vereadora Joice Alvarenga, no dia do seminário sobre o combate ao feminicídio (Foto: Irmandade das Flores) 
Com o psicólogo Bruno Alvarenga, participando de um programa de rádio (Foto: Irmandade das Flores) 
Intervenções em festas (Irmandade das Flores)
O coletivo
A Irmandade das Flores é um coletivo feminino que objetiva trabalhar no combate de todas as formas de violência contra mulher. O grupo é formado por vinte mulheres com vasta experiência na militância a favor de direitos. Especificamente, a Irmandade das Flores busca informar o maior número possível de mulheres sobre como eliminar todas as formas de violência. A Irmandade das Flores atua através do desenvolvimento e participação em palestras, seminários, eventos públicos; na instrução das vítimas para a criação da sua própria rede de apoio visando interromper o ciclo de agressões; no direcionamento das vítimas, de acordo com a necessidade de cada mulher, à rede de apoio municipal que engloba os órgãos de segurança e assistenciais; na alimentação constante das redes sociais com textos informativos, dicas de combate à violência, divulgação de números de emergência e conteúdos que alavanquem a auto estima feminina; além da criação e efetivação de eventos.
Nosso coletivo nasceu modestamente, na intenção de ajudar uma única amiga em comum em situação de violência. A Irmandade tomou forma através da união de mulheres que se indignam com a violência, com o preconceito, com o machismo estrutural, que permeia as relações humanas e com injustiças. Acreditamos, antes de tudo, na força e na potência da mulher enquanto indivíduo político, sujeito de direitos e dona da sua própria vida. Acreditamos na força da união e na construção de uma sociedade justa e igualitária
Desde nosso nascimento, em fevereiro de 2019, realizamos uma série de orientações particularizadas à vítimas de violência doméstica, ministramos palestras, cursos, oficinas, preenchemos espaços públicos com ações coletivas, ocupamos lugares de fala em equipamentos como os CRAS e as escolas do município. Sempre pautadas na ética, no sigilo e no respeito às diferenças e na busca incessante pelo combate à violência contra a mulher. Todas essas ações nos fortalece como sociedade civil organizada e amplia a rede de enfrentamento à violência contra a mulher.
Hoje, o Coletivo conta com 19 integrantes:

Adriana Silva Marques
Adriana, mãe, mãos de fada, salgadeira. Luta por um mundo mais justo e igualitário. Não tem medo de expressar sua opinião e adora estudar. Segue a vertente do feminismo negro.

Bruna Castro Alves
Eu sou a Bruna de Castro Alves. Psicóloga. Casada com o Diego, companheiro de vida e parceiro nas lutas e ideais. Defensora aguerrida dos direitos humanos, tem horror à injustiça. Feminista em desconstrução. Aprendiz eterna. Apaixonada por música, literatura, cinema e fotografia. Acorda com Caetano e se deita com Bauman. Compreende que “tudo o que é sólido se desmancha no ar”. Tem a impermanência e a transitoriedade como norte e acredita que definições são caixas limitantes. É uma entre muitas a enfrentar os leões, desenvolver metamorfoses e se transformar em borboleta

Caroline Lopes
Carol, pedagoga, pós-graduada em história e cultura afro-brasileira, 26 anos. Vinda de uma família matriarcal, minha pele é luta mesmo quando minha voz é silenciada. Geminiana, amo um besteirol americano, não me contento com nada, quero tudo e muito mais! De esquerda e feminista negra. Eternamente grata a Sojouner Truth, Lélia Gonzalez e Maya Angelou, que fizeram história antes da história. Para nunca esquecer “Sou a primeira mulher da minha linhagem a ter liberdade de escolha. A construir o futuro com bem entender. Dizer o que vier à minha mente quando quiser. Sem ouvir o barulho do chicote. São centenas de primeiras vezes pelas quais sou grata, cenas que minha mãe e a mãe dela não tiveram o privilégio de viver. É uma verdeira honra. Ser a primeira mulher da família que pode sentir os seus próprios desejos. Não é à toa que quero experimentar esta vida ao máximo, antes de mim tenho gerações de barrigas famintas. As avós devem estar gritando de tanto dar risada. Reunidas em volta de um fogão de barro lá do outro lado(…) elas devem achar uma loucura ver uma das suas mulheres vivendo de um jeito grandioso. Rupi Kaur”

Dorian Vaz
Dorian Vaz, jornalista, artesã e militante do PT. Sou geminiana, gosto da área de Comunicação e de cozinhar. Sou hétero, mas acredito que qualquer maneira de amor vale a pena. Sou mãe dessa lindeza, que me orgulha muito voando hoje sobre os mares do Continente Americano. Amo ler e escrever, e me expresso melhor através das palavras. Sou fã de rock. Voltei para Formiga depois do golpe contra a Dilma e comecei a participar de alguns grupos q defendem o q eu penso, entre eles, a Irmandade das Flores, q me acolheu com abraços generosos! Estou em treinamento para ser feminista, e vou aprender muito. Abomino qualquer forma de opressão e de violência contra as mulheres. Não convivo com fascistas e nem com as “fobias” q crescem no país, nos levando a um imenso retrocesso civilizatório. E aqui estamos para lutar por nosso direito de viver e de ser o que quisermos. Nesse grupo, ninguém solta a mão de ninguém. Venha conosco!

Flávia Khouri
Flávia Khouri (a outra Flávia!!!!!), Marxista, Feminista, Esquerdista, Assistente Social por formação e vocação, Pisciana por natureza. Namorada do Lucas há onze anos, noiva há quatro, na disputa de quem enrola quem mais pra casar. Mãe da Sasha e da Mel, amo gatos, cachorros, papagaios, peixinhos e até bruxinhas. Espiritualista, filha de Oxum, mas se quer o meu bem e o do próximo, acredito até na Grande Batata Branca. Odeio injustiça com os outros, mas sou péssima em detectar injustiça contra mim mesma. Amo música, do MPB ao Heavy Metal. Desejo do fundo do coração a igualdade de gênero sendo plenamente aplicada, para mulheres brancas, negras, cisgênero e transgênero. Acredito em fazer a diferença, nem que seja pra uma só pessoa. E mesmo aos trancos, solavancos e barrancos, vou de Gonzaguinha: “Somos nós que fazemos a vida, como der, ou puder, ou quiser”.

Flávia Leão
Sou a Flávia, feminista, Psolista, comunista, militante LGBTQIA+, e defendo que B não é de biscoito. Sou gestora cultural, advogada e bailarina. Tenho curso de comissária de bordo e teatro. Ou seja, sou uma workaholic, capricorniana típica, mil e uma utilidades. Filha de Yansã e Obaluaê, tenho uma erê ruiva e sou devota da Mãe Rainha. Acredito na espiritualidade e na força do coletivo. Sou a 8 no eneagrama e a baleia é meu animal de poder. Defendo a terapia e bebo 2 litros de água por dia. Levanto a voz pra machista e não sou tímida. Minha trilha sonora vai de Nouvelle Vague a Marilyn Manson. Não como baroa e sou uma devoradora de sopas e livros. Sou mãe do Cazuza, um vira latas performático, e Chico Buarque, um gatinho resgatado. Estudo muito o feminismo e transito muito bem pelas vertentes radical trans inclusiva e existencialista.

Gislaine Dias
Sou Gislaine, neta da dona Adélia, minha avó negra que morreu jovem. Casada, mãe de duas princesas e avó do rei Davi. Assistente social por formação, a vida me levou a escolher outra profissão e me tornei policial penal. Servidora pública que acorda com uma missão a cumprir, carrego a arma de um lado e um livro do outro. Na cabeça as poesias de outra Adélia, Adélia Prado… A música me acompanha por onde vou dando um toque de leveza na rotina. Sim… sou muito sonhadora e trabalho em um universo predominantemente masculino, o que me faz lutar pelas causas femininas. Quando conheci a Irmandade das Flores achei a oportunidade de me relacionar com mulheres fortes, independentes, lutadoras e também tão diferentes entre si uma escolha de aprendizagem. Posso falar aqui que amo cães, bicicleta e Roupa Nova? Obrigada!

Lenice Oliveira
Lenice Oliveira, técnica em segurança do trabalho, acadêmica em história, fotógrafa nas horas vagas, protetora e mãe de pets, petista, apaixonada por literatura, militante LGBT e combate ao racismo, fascismo e a desigualdade social, feminista em formação.

Lorena Castro
Lorena (Loh Mariah), Feminista, Petista, servidora pública municipal,
assistente social por formação, apaixonada por música e poesia,
casada com Luciano, mãe dos pets Lunna, Áthila e Barthô,
administradora dos grupos de política Esquerda do Brasil e A Voz
Formiguense. Militante ferrenha que luta pelo fim das desigualdades
sociais e de gênero. Empoderada e que segue a vertente do feminismo
existencialista.

Luana Lima
Luana, professora, 28 anos de puro amor! Como boa virginiana, sou
extremamente organizada e sistemática. Filha da lua, acredito de tudo um pouco aqui e ali.
Romântica incurável, sonhadora e batalhadora. Não dispenso uma boa leitura, um bom vinho e
uma boa companhia. Acredito na educação transformadora e fiz disso meu trabalho diário.
Tenho três filhos de quatro patas. Feminista e orgulhosa em ser uma flor da irmandade.

Luciane Ribeiro
Sou Luciane. A Lu Ribeiro. Sou assistente social de formação e por vocação,
sou boa no artesanato e na contação de histórias. Amo o lúdico e minha
criatividade empata com a da Alice, aquela do país das maravilhas. Meu
companheiro está na estrada da vida comigo há quinze anos e a gente namora
e se apaixona todo dia. Sou de lutas e batalhas, sou doce como compota de
jurubeba. Desde muito cedo a injustiça é algo que me tira do sério, talvez por
isso eu tenha desenvolvido uma grande habilidade na arte de me indignar e
principalmente questionar. Acredito nas querências humanas e que com elas
nascem a bondade ou a maldade, acima de tudo acredito na lei implacável do
retorno. Sou considerada bruxa, até hoje não sei se por causa da minha
intuição apurada ou simplesmente pelo meu nariz pontudo e meu cabelo
sempre esvoaçado. Se sou bruxa mesmo eu não sei, mas dispensei a
vassoura e ando de moto. Adoro motos. Se for para tomar uma cervejinha sou
uma ótima companhia, sou boa de papo e acho que sei cantar, o problema é que somente eu
acho isso! Gosto muito de dançar, mas também não sei dançar, danço assim mesmo. Sou
predominantemente do rock mas tenho uma quedinha pelo blues. Sou movida a cafeína, café é
vida, não vivo sem. Sou sagitariana de corpo, alma e coração. Escandalosa até em silêncio e
intensa como o fogo. Sou expert em sincericídios agudos mas tento ser gentil, às vezes até
consigo. Sou feminista de nascença, porém descobri isso há poucos anos, hoje estudo o
feminismo para me desconstruir e me construir constantemente, acredito que somente assim
poderei entender e fortalecer outras mulheres. Prezo pela liberdade e pelo respeito. Grito alto
contra toda forma de preconceito e me nego a conviver com pessoas tóxicas sem amor e
empatia. Sou Flor e tenho espinhos, cada um pode escolher: se sente meu perfume ou fura os
dedos.

Márcia Alves
Sou Márcia Alves. Advogada, corretora de imóveis, Presidente da
APAF – Associação Protetora dos Animais de Formiga. Sou casada
com o Renato que veio para transbordar, é defensor das mulheres e
dos nossos direitos e é um grande companheiro em tudo. Estou
sempre buscando um modo de ajudar, sejam humanos ou animais.
Me tornei vegetariana por isso, os animais são como nós em
sentimentos e especialmente no amor. Sou mãe de filhas de 4 patas:
Susy, Filó, Aurora, Pretinha e Gatinha. São meus amores. Odeio
injustiças, por isso cursei direito. No eneagrama sou um pouco do 7 e
do 8. Resolvida. Líder. Otimista. Bem humorada. Versátil. Solidária. Prestativa. Aventureira. Um
pouco brava. Amo a vida, viajar, ler, estudar, escrever. Amo ciclismo, rir, conversar. Falo alto, e
muito. Adoro tecnologia, motos, carros. Sou feminista em construção e desconstrução e venho
de uma família de 5 mulheres, totalmente independentes e resolvidas. Ainda falo e faço coisas
que não são legais, por isso digo que estou sempre aprendendo e ensinando. Luto pela
igualdade entre homens e mulheres e sempre que posso, coloco alguém pra cima,
especialmente as mulheres. Odeio racismo, homofobia, gordofobia, machismo, femismo, e
coisas desse tipo. Creio que um dia as coisas serão bem melhores para todos, especialmente
para nós mulheres. E Amo fazer parte desse coletivo maravilhoso da Irmandade das Flores.

Monalisa Garcia
Sou Monalisa Garcia, advogada de profissão e funcionária pública. Mãe solo
da Maria Luísa, taurina e como toda boa taurina, amante de comida; gatos
também são minha paixão. Sou de esquerda e feminista em construção,
apoio a causa das minorias por acreditar que o mundo pode ser mais justo e
igualitário. Faço parte do coletivo Irmandade das Flores e espero poder
contribuir para a liberdade de cada mulher.

Mônica Borges
Meu nome é Mônica, a ansiedade em pessoa! Psicóloga de formação e
militante por força maior. Socialista, feminista, antimanicomial, contra o
racismo, a LGBTfobia e toda e forma de opressão.
Odeio sutiã, calça apertada e tenho preguiça de maquiagem, sou pouco
vaidosa, mas viciada em trocar cores e cortes de cabelo.
Amo música, séries e coxinha!
Não sou espiritualista, astrologia e religiões não me pegam!
A curiosidade e a generosidade são minha essência! Gosto do Saber e
sou muito disposta a aprender, faço questão de compartilhar tudo que
tenho e sei.
Sou mãe da Ana Laura, a melhor e mais marrenta filha do mundo, e dos caninos Nino e Tedy,
responsáveis por meus melhores risos.

Patrícia Goulart
Patrícia Goulart Rodarte, sou pedagoga, mãe solo de um menino lindo e
educado, trabalho na área administrativa de uma empresa e com artes
gráficas para festas. Me considero uma mulher espiritualista e extremamente
ligada as forças do Universo. Sou ponderada, mas também muito intensa em
tudo que faço. Chego agora aos meus 40 anos, iniciando uma nova fase da
minha vida, onde consegui a duras penas dar um grande passo de renovação.
Sou uma feminista em formação, e dialogo bem com a vertente do feminismo
intersecional. Sou integrante da Irmandade das Flores, um coletivo que me
fortaleceu e fortalece todos os dias, onde tenho aprendido e lutado contra
qualquer tipo de violência contra a mulher. Sou contra o machismo e o
patriarcado, e ensino ao meu filho que ele deve respeitar todas as coleguinhas
e no futuro se tornar um homem digno com todas as mulheres que passarem por seu caminho.
Enfim, me considero uma guerreira e sigo meu caminho sempre com um sorriso no rosto e uma
fé inabalável.

Priscila Rocha
Sou Priscila Rocha, feminista em processo de formação. Jornalista por formação e missão, em um relacionamento de 15 anos com um companheiro que me apoia em tudo que faço. Aficionada por música e eclética, amo cantar. Adoro ler e tenho uma
queda por HQ. Apaixonada pelos animais, respeito toda a forma de vida.
Libriana nata, tenho um censo de justiça aguçado e procuro ser sempre democrática. Luto fervorosamente por liberdade e independência. Sou
contra todo o tipo de preconceito e levanto todas as bandeiras na luta por
igualdade e respeito. Após três anos de transição capilar e de vida, caminhava solitária até que, um belo dia, avistei um jardim e decido entrar.
Com muito orgulho e alegria sou uma das novas flores da Irmandade.

Rafaela Britto
Sou Rafaella Brito, melhor, Rafa! Tenho 23 anos, “��” mas são apenas números. Aquariana
nata, com ascendente em aquário! Sentiu frio aí? Rsrs A fama é essa, um iceberg, mas me
derreto também! Estudo moda, um curso que quis fazer desde que me entendo por gente,
sempre desenhei roupas e sempre achei que era aquilo ali que eu queria. Mas muita coisa
mudou durante o tempo, foi surgindo outras paixões na minha vida! E pra falar a verdade, não
sei se quero trabalhar com isso mais. Sou apaixonada por viagens, fotografia, arte, futebol, e
política. Principalmente em poder ajudar de alguma forma a levantar outras mulheres. Sempre
que possível, faço isso, nem q seja com um elogio. Acho que todas devem saber enxergar
suas qualidades. E um elogio pode mudar o dia de alguém! Acredito que quando a mulher se
sente bem, se sente bonita e radiante, ela passa isso para as pessoas. E os problemas da vida
ficam mais fáceis de resolver. Defendo com unhas e dentes, e acho que todas merecem serem
felizes. Do seu jeito. Sem ter que se preocupar com essa sociedade machista.
Sou de esquerda, meus valores e ideologias me fez ficar do lado da minoria. De quem não tem
os mesmos direitos e oportunidades que eu. E de presente ganhei um namorido lindo e
maravilhoso que tem o mesmo pensamento político que eu! Além de gostar das mesmas
coisas que eu. Isso é sensacional.
Defendo o movimento LGBTQ+, acredito que a orientação e opção sexual das pessoas,
ninguém tem nada com isso. Não afeta caráter. Esse preconceito é tão retrógrado! Eu amo o
mundo colorido. Eu amo a diversidade!
Sou admiradora de Lula (melhor representante que o Brasil já teve), Pepe Mujica (não preciso
de muito pra ser feliz, a felicidade está nas coisas mais simples que o dinheiro não compra),
Papa Francisco (minha religião é o amor), um ser humano espetacular. Frida Kahlo (Uma
grande representante do feminismo. Mulher forte, corajosa e revolucionária) Brigitte Bardot
(beleza exótica, mulher autêntica e nunca se importou com a opinião alheia). Eles me
representam bem.

Rosane Palhares
Sou a Rosane Palhares de Faria. Assistente Social de
formação, funcionária pública. Casada, tenho dois filhos.
Geminiana nata. Sou comunicativa, com uma pitada de
mistério, racional. Companheira para todas as horas. Detesto
monotonia. Não costumo me prender a futilidades.
Sou boa de papo. Gosto muito de ouvir, escutar. Gosto de
dançar. Gosto muito de músicas. Sou bem eclética. Gosto de
viajar. Amo animais, por isso tenho um filho de quatro patas que
tem nome e sobrenome.
A injustiça é algo terrível e tem que ser combatida. Sou a favor do empoderamento de
mulheres, promovendo a equidade de gêneros em todas as atividades sociais . Sou a favor da
melhoria da qualidade de vida das mulheres. Luto pela igualdade e respeito.
Amo a mulher que me tornei porque eu lutei para ser ela.

Samantha Franco
Meu nome é Samantha Franco, tenho 19 anos sou
estudante de fisioterapia e me considero feminista.
Ainda não descobri qual é o meu feminismo, mas
luto a favor dos nossos direitos e odeio pessoas
machistas. Amo estudar história e tenho muita
vontade de fazer uma faculdade disso. Amo ler, amo
os animais e tento não comer carne (ainda com
pouco sucesso, mas vou conseguir kkkk) Ahhh e
amo festa eletrônica!!!








