Regional

‘Minas Consciente’: microrregiões de Divinópolis e Oliveira avançam para Onda Verde

As microrregiões de Divinópolis e Oliveira avançaram para a Onda Verde, após uma semana da Onda Amarela do programa ‘Minas Consciente’. A decisão do Comitê Extraordinário Covid-19 foi atualizada na última quinta-feira (2) e vale a partir deste sábado (4).

Conforme o Comitê, a microrregião de Formiga permanece por mais uma semana na Onda Amarela. O município é o único do Centro-Oeste nesta classificação. Neste momento, nenhum município da região está classificado pelas ondas Vermelha e Roxa.

Divinópolis na Onda Verde

O Comitê Municipal de Enfrentamento e Prevenção à Covid-19 Divinópolis, se reuniu na sexta (3) para avaliar os dados da pandemia e a classificação da macrorregião e microrregião, no programa Minas Consciente.

De acordo com o que foi apresentado, a pontuação na Macrorregião Oeste subiu de oito para nove pontos e, na microrregião que Divinópolis está inserida, os números no Minas Consciente, caíram de 14 para 12 pontos, o que fez com que a cidade retornasse para a Onda Verde na micro.

A Administração Municipal reforçou que, todas as medidas de segurança devem ser intensificadas e, caso tenha conhecimento de alguma irregularidade, o cidadão pode denunciar anonimamente através do WhatsApp da Vigilância Sanitária (37) 9 9111-0030 ou por meio do App Divinópolis.

Vacinação e ocupação de leitos

O Estado apontou que a ampliação da vacinação alavancou o bom desempenho de Minas Gerais no combate à pandemia. O secretário de Estado de Saúde, o médico Fábio Baccheretti, espera que, até novembro, todos os adultos mineiros tenham tomado a segunda dose.

Entre as pessoas acima de 18 anos, a cobertura vacinal da primeira dose chega a 80,38%. Já a da segunda dose e/ou dose única está em torno de 35,67%.

“A incidência da doença hoje é igual ao pico de 2020. Estamos batendo, agora, com tendência de queda. A grande diferença é que naquele momento ainda não tínhamos vacina. Atualmente, as notificações estão em baixa, o que indica que menos pacientes estão procurando atendimento médico”, explicou Fábio Baccheretti.

O sistema SUSFácilMG mostra que 15 pessoas em todo estado estavam na fila para um leito de Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) às 7h30 desta quinta-feira (2). Outras 95 aguardavam vagas para leitos de enfermaria.

Fábio destacou que com a melhora do cenário da pandemia, muito municípios desmobilizaram leitos exclusivos para tratamento do vírus e voltaram a realizar outros atendimentos, como as cirurgias eletivas. Ele afirma que não é observado pressão nos leitos de UTI.

Fonte: G1