O MPE (Ministério Público Eleitoral) propôs uma ação contra o governador de Minas, Aécio Neves (PSDB), o prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel (PT) e o candidato à prefeitura da cidade Márcio Lacerda (PSB) por abuso de poder, de autoridade e de poder econômico. Aécio e Pimentel apóiam a eleição de Lacerda.
A Justiça Eleitoral não acolheu o pedido de liminar solicitada pelo MPE e deu prazo para Aécio, Pimentel e Lacerda se defenderem. O MPE pediu, na liminar, a suspensão imediata da propaganda eleitoral de Lacerda.
Para o juiz-diretor do Foro Eleitoral de Belo Horizonte, Roberto de Freitas Messano, a liminar poderia causar prejuízo irreversível caso a decisão final for contrário à solicitação do MPE.
O advogado da campanha de Lacerda, João Batista de Oliveira Filho, disse que a ação parecia uma brincadeira. Não sabemos se é para levar a sério a ação, pois as testemunhas arroladas são os adversários de campanha de Lacerda. E o que eles consideram como abuso de poder é o fato do governador ter anunciado um plano de investimentos que beneficiava Belo Horizonte. Dizer que isso é abuso de poder é demais. Se o apoio do governador beneficia o candidato isso é sinal de prestígio, não de abuso.

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