O governo chinês iniciou nesta sexta (19) a restauração de 3,5 quilômetros da Grande Muralha e de 25 torres de vigilância localizadas no distrito de Huairou, cuja estrutura arquitetônica é de 4 mil quilômetros de comprimento e levou cerca de dois milênios para ser construída. No passado, o espaço foi usado como defesa, pois sua extensão vai do Mar Amarelo, no Nordeste do país, ao deserto de Góbi e à Mongólia.
A área a ser restaurada, que fica na região da capital Pequim, está deteriorada. De acordo com a agência oficial de notícias da China, Xinhua, as obras custarão cerca de US$ 6,5 milhões Os 3,5 quilômetros que serão restaurados começaram a ser construídos na dinastia Ming (1368-1644). A previsão é que a obra fique pronta no próximo ano.
Segundo relatos, os 3,5 mil quilômetros que serão restaurados ganharam a simpatia de turistas por estar entre os menos explorados e oferecer a impressão de serem autênticos. Esse espaço é chamado de muralha selvagem.
A Muralha da China, também chamada de Grande Muralha, é reconhecida pelo Fundo das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) como patrimônio mundial da humanidade. Até meados deste ano, a Unesco reconheceu um total de 936 sítios listados, dos quais 725 são patrimônios culturais, 183 naturais e 28 mistos (que reúnem mais de uma característica), em 153 países.

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