Um padre da paróquia Nossa Senhora Mãe dos Homens, no bairro Nova Vista, em Belo Horizonte, foi detido em Divinópolis por embriaguez ao volante, agressão e desacato, no sábado (9).

 Em nota, a Arquidiocese de Belo Horizonte informou que “adotará as medidas adequadas à situação, incluídas as devidas providências e penalidades jurídico-canônicas, com incondicional respeito à dignidade humana” (leia a nota completa no final da matéria).

Segundo a Polícia Militar, o sacerdote se envolveu em um acidente de trânsito, agrediu uma mulher e fugiu. Testemunhas repassaram aos militares as características do carro que o padre dirigia, e o homem foi localizado pela polícia. Os agentes constataram que o suspeito de agressão estava com a carteira de habilitação suspensa e o encaminharam para a delegacia.

Na cela em que ficou detido, de acordo com a PM, o padre se auto-agrediu, causando ferimentos em seu próprio corpo, e desacatou uma soldado da corporação. O Samu foi acionado e prestou atendimento médico ao sacerdote. 

Uma fonte ligada ao padre disse à reportagem que ele tem familiares na região de Divinópolis. 

O que diz a Arquidiocese de Belo Horizonte.

A Arquidiocese de Belo Horizonte, informada sobre o ocorrido, acompanha os desdobramentos dos trabalhos conduzidos pelas autoridades competentes, em sintonia com a aplicação das medidas legais cabíveis. Respeitando as complexidades deste tempo singular, que impõe limites para o encontro e diálogo, adotará as medidas adequadas à situação, incluídas as devidas providências e penalidades jurídico-canônicas, com incondicional respeito à dignidade humana, à privacidade dos envolvidos e partindo sempre do princípio de que o sacerdócio é serviço à sociedade, dedicação à Igreja, a partir de genuíno testemunho da fé, requerendo conduta compatível com a responsabilidade assumida.

Outra confusão.

Em 2018, o padre envolvido na ocorrência em Divinópolis se desentendeu com membros de um grupo de oração da  Paróquia São Francisco de Assis, no bairro Angola, em Betim, região metropolitana da capital.

O pároco teria ligado para a secretaria da paróquia e reclamado do barulho que o grupo de oração fazia. 

Fonte: O Tempo Online

 

 

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