Em edição que circula nesta semana em Belo Horizonte e região metropolitana, o jornal Edição do Brasil publica uma matéria com Manfredo Palhares, conselheiro do Galo, que continua com sua luta para fazer do Atlético uma instituição mais transparente.
Manfredo faz campanha para que o Conselho Deliberativo do clube eleja outro presidente. Na matéria assinada por Júlio Guimarães, o conselheiro chama o atual presidente Alexandre Kalil de ?mentiroso e farsante?. ?Como homem falido e executado, ele reconhece mais de R$ 100 mil por mês de juros, baseado nos empréstimos que ele fez no Atlético. (…) Só 15 conselheiros estão contra o Galo e a favor do que eu falo?, disse Palhares, que sugeriu ao presidente do Conselho, João Batista Ardizone, a criação de uma comissão para investigar Kalil e a administração do orçamento de R$ 100 milhões para 2010.

A luta é antiga
Há exatos quatro anos, o Nova Imprensa iniciou uma série de matérias com denúncias de Manfredo. Na ocasião, o conselheiro apresentou diversos documentos, entre eles extratos de empréstimos bancários que seriam irregulares. Neles, constam nomes de empresas como a Erkal Engenharia, da família de Alexandre Kalil.

Na surdina
Se boa parte dos clubes do país tem dado ênfase às especulações surgidas na imprensa sobre negociações de jogadores, a diretoria do Cruzeiro preferiu trabalhar calada. Anda desmentindo sondagens por seus jogadores e não fala abertamente em nomes que podem vir a reforçar a equipe em 2010. De público, apenas a notícia de que Adilson Batista exigiu um zagueiro experiente e um ?camisa 10? que resolva. Os nomes de Alex Silva (ex-São Paulo e atualmente no Hamburgo) e Conca (Fluminense) são os que mais agradam o treinador, mas as negociações com seus clubes são complicadas.

Não rolou
Na última terça-feira, a CBF confirmou o doping do atacante Jóbson, após o resultado positivo da contraprova do exame feito pelo atleta. O atacante, que tem 21 anos e foi destaque no Botafogo, tinha pré-contrato assinado com o Cruzeiro, que desistiu do negócio. Se punido, o atleta pode pegar um gancho de até 2 anos.

Punição bairrista?
A pesada punição imposta ao Coritiba (perda de mando em 30 jogos e multa de R$ 610 mil) abriu discussão política nos bastidores. Pré-candidato ao governo do Paraná e cortejado pelos lulistas, o senador Osmar Dias (PDT-PR) anda articulando a mudança do STJD do Rio para Brasília. Nesta semana, ele discursou no plenário alegando que a punição aconteceu porque a sede do tribunal está no Rio, o que em tese favorece as equipes cariocas. Dois pesos-pesados já estão com ele: os senadores Jarbas Vasconcellos (PMDB-PE) e Eduardo Azeredo (PSDB-MG).

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