A Polícia Civil vai começar a ouvir familiares do administrador de empresas Flávio Assis Luciano, de 35 anos, visto pela última vez na noite da última terça-feira (19), em uma praça da cidade de Bom Despacho, na região Centro-Oeste de Minas. Deve prestar depoimento também o homem com quem Flávio estaria se relacionando.
Na última sexta-feira (22) foi encontrado um corpo que pode ser do administrador. O carro dele foi achado incendiado com um corpo carbonizado dentro, em uma pastagem localizada às margens da BR-262, na entrada da cidade. Apenas um exame de DNA ou de arcada dentária poderá confirmar se é mesmo o corpo de Flávio. No entanto, ainda não há data para divulgação do resultado dos testes.
A Polícia Civil trabalha com três linhas de investigação. A primeira é que ele tenha se desentendido com um estudante de engenharia ambiental com quem estaria se relacionando. Outra hipótese é que o crime tenha relação com drogas, já que, segundo relato do suposto companheiro à polícia, Flávio estaria usando drogas. A terceira possibilidade, que será analisada pelos investigadores, é de um possível acerto de contas relacionado a dívidas que ele teria em função de uma pizzaria de sua propriedade fechada recentemente.
Em breve conversa com a polícia, o estudante de engenharia negou que tenha visto o administrador de empresas na noite em que ele desapareceu.

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