A Secretaria de Gestão Ambiental está em busca de uma ação que prolongue a eficiência da capina manual e substitua o uso de herbicidas. A atual gestão tem realizado testes referentes à “capina flamejante”, que é uma técnica já difundida e utilizada em diversas cidades, como Barbacena (MG), Campo Morão (PR) e Lapa (SP), inclusive no perímetro rural.
No dia 20 deste mês, servidores da pasta participaram de um treinamento coordenado pelo Corpo de Bombeiros e por uma equipe de Engenharia de Segurança, que presta serviços ao município.
Na ocasião, após o curso teórico, o bairro Novo Santo Antônio foi escolhido para ser a região na qual os servidores colocariam em prática os conhecimentos adquiridos, como teste.
A “capina flamejante” é embasada em literatura técnica e científica. Entre os métodos alternativos de capina, este é o mais econômico.
Um botijão de gás, cuja média de preço é R$64,90, é capaz de eliminar as plantas daninhas ao longo de 650 metros.
Desta maneira, o valor empregado por metro linear é de R$0,09. Anteriormente, era realizada a capina química nas ruas de Formiga. No entanto, desde 2016, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) proibiu este procedimento em todas as cidades brasileiras.
Outras técnicas já foram testadas pela administração municipal, mas considerando o período chuvoso, que acelera o crescimento das plantas, métodos mais eficazes continuarão sendo testados pelo Executivo, para que sejam complementares à capina manual.
Confira aqui nota técnica da Anvisa acerca do uso de herbicidas
Manual de Controle de Planta Daninhas
Fonte: Decom||








