Tramita na Câmara Municipal de Piumhi, um projeto de lei que acaba com o pagamento de subsídios para os vereadores. O inusitado projeto abole com subsídio de vereadores e do vice-prefeito, além de reduzir os vencimentos do prefeito e do secretariado. Protocolado no dia 15 deste mês, o projeto de lei deve agora ser apreciado pelas comissões da Casa Legislativa.

O projeto é oriundo de sugestão apresentada pelo presidente da Câmara, Wilde Wéllis de Oliveira e mereceu o apoio com as assinaturas dos demais integrantes da mesa diretora: Marina Tomé Rocha (vice-presidente); Geraldo Romeu da Costa (primeiro secretário); Moacir Lopes da Silva (segundo-secretário).

 Se aprovado, o projeto passa a vigorar no quadriênio 2017/2010.

Outro projeto, caminhando nesta mesma direção, porém mais brando, reduz em 11,3% os ganhos do prefeito, que passaria dos atuais R$ 20.164 para R$ 17,892 e dos secretários de governo que seriam reduzidos na mesma proporção, passando de R$ 5.336, para R$ 4.735, também  tramita na Câmara.

Neste, os agentes políticos do Legislativo fariam jus a verba indenizatória (diárias de viagens para cobertura de gastos com alimentação e hospedagem) nos termos da Lei Municipal 2.202/2015. Secretários municipais terão direito a receberem importância equivalente ao subsídio mensal, que deverá ser pago em data coincidente com os demais servidores, proporcional ao efetivo exercício do cargo no ano, além de adicional de férias.

A medida se aprovada representará ao longo de 48 meses, uma economia da ordem de R$ 350 mil no Executivo, e de até R$ 3.144.000 no Legislativo, segundo cálculos da mesa diretora da Câmara.

 

 

 

Redação do Jornal Nova Imprensa Fonte: Alto São Francisco edição 3.840

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