Passar noites em claro normalmente é figura constante no cotidiano daqueles que procuram sua monografia de conclusão de curso ou mesmo de profissões que exigem tal sacrifício. Mas existem aqueles que ao invés de necessidade ou opção, tem o silêncio da noite como único acompanhante, ao redor de lençóis amassados e olheiras pelo rosto, devido à insônia.
Quando os tradicionais carneirinhos contados e o leite quente da vovó não conseguem disfarçar o vira para cá, vira para lá, que já é constante, é sinal de que algo no organismo, então acorde para o problema!
A insônia pode ser classificada em três tipos diferentes: transitório, de curto prazo e crônica. O tipo transitório é a mais comum e geralmente se manifesta em momentos que antecedem um acontecimento importante como, por exemplo, uma entrevista de trabalho. Nesse caso, a ansiedade e a expectativa em relação a algum acontecimento contam muito.
A segunda classe, insônia de curto prazo, surge em situações de estresse como dias que antecedem uma reunião de trabalho ou uma prova importante e pode persistir durante várias semanas. Já a insônia crônica pode trazer transtornos e sofrimento por meses e até anos.
Para evitá-la é necessário, antes, diagnosticar a origem do problema, pois não é necessariamente uma doença, uma vez que pode ser classificada como um desequilíbrio emocional. O ideal é evitar medicamentos e procurar um psiquiatra ou neurologista, para avaliar o estado da mente e o que a perturba, pois, somente assim, conseguirá avaliar se o problema é emocional ou físico.

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