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Da redação
Inconformados com medidas implementadas pelo gestor do Aterro Sanitário, que segundo representantes da Associação-Pró Pouso Alegre (APA) resultaram em drástica redução do volume d’água que serve para a dessedentação humana, de animais e irrigação de pequenas propriedades localizadas à jusante da sede do Aterro Sanitário, estiveram reunidos essa semana, membros da comunidade, prefeito e seus auxiliares.
O prefeito Eugenio Vilela, a secretária municipal de Gestão Ambiental, Giovana Borges, e o secretário-adjunto de Obras, José Ronaldo do Couto os receberam na Casa Sede do Aterro Sanitário, na segunda-feira (25), com o objetivo de discutir o uso do ribeirão Córrego das Almas, em especial nesta época de forte estiagem que assola o município de Formiga.
Como sabido, moradores da comunidade utilizam do recurso hídrico para consumo próprio, criação de gado e no cultivo da agricultura e o Aterro Sanitário faz uso desse mesmo ribeirão, onde descarrega o efluente produzido, depois de devidamente tratado.
Visita ao Aterro
Ainda durante o encontro, o supervisor operacional do Aterro Sanitário, Marco Antônio Silveira, fez uma apresentação explicativa detalhando os processos operacionais do local, confirmando que o Aterro Sanitário opera de acordo com as condicionantes estabelecidas pela Superintendência Regional de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do Alto São Francisco, jurisdição a qual o município está subordinado.
Giovana relembrou aos moradores que são feitas análises periódicas no corpo hídrico e no efluente tratado e que essas não indicam nenhum tipo de contaminação proveniente do efluente despejado no córrego, não havendo motivos de preocupação com a ocorrência de qualquer tipo de risco desta natureza.
O morador Geraldo Donizete, vizinho do Aterro, lembrou que: “em anos anteriores eu via muitos urubus sobrevoando a região e o mau cheiro era insuportável”, certamente referindo-se aos drásticos anos do governo Moacir Ribeiro. “Agora, as aves não aparecem mais e o mau cheiro sumiu. A água do córrego está até mais limpa, disse”.
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Visita realizada na segunda -feira (25) (Foto: divulgação Secom)
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Situação de lixo não coberto, atraindo urubus e exalando mau cheiro – setembro de 2015 (Foto: arquivo UN)
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